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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

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Rádio Calafrio participa de homenagem ao Dia do Professor

Imprensa Jovem Rádio Calafrio participa de evento dedicado aos professores no CEU Jaçanã
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Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio
Os alunos da Imprensa Jovem Rádio Calafrio da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé (DRE JT) tiveram o prazer de acompanhar de perto a homenagem ao Dia dos Professores. 

A data foi muito bem comemorada no dia 16 de outubro em 13 Centros Educacionais Unificados (CEUs) da cidade. Foram muitas homenagens e shows pela cidade para celebrar os professores da Rede Municipal de Ensino. Um deles foi no CEU Jaçanã, da DRE JT, que contou com a apresentação da banda Titãs. Com vasto repertório de rock, a banda sacudiu a plateia por mais de uma hora. A equipe Imprensa Jovem Rádio Calafrio ainda teve o privilégio de ir ao camarim e tirar uma foto com os músicos. 

Além da apresentação musical, o evento contou com uma homenagem à professora Angelina Costa dos Santos, do Centro de Educação Infantil (CEI) Vereador Cantídio Nogueira Sampaio, da DRE Jaçanã/Tremembé, vencedora do Prêmio Professor Destaque com o projeto Caixas da Natureza. “Meu trabalho foi desenvolvido para crianças de 3 a 4 anos na Educação Infantil. Foi um trabalho de investigação científica e experimentação com elementos da natureza. A sensação de poder estar entre as finalistas do Prêmio Professor Destaque é muito boa, é de ter seu trabalho reconhecido. Isso é um incentivo para continuar desenvolvendo práticas inovadoras e para que eu seja multiplicadora dessa ação tão maravilhosa que foi trabalhar com as Caixas da Natureza”, comentou a professora.

Participaram também do evento Simone Aparecida Machado, Diretora Regional de Educação da DRE JT e Raquel da Costa Vieira, Diretora da Divisão Técnica. “Foram apresentados projetos muito bons e voltados para os objetivos de desenvolvimento sustentável relacionados com o nosso currículo. Eles mostram a qualidade do trabalho pedagógico desenvolvido pelos nossos professores, docentes comprometidos com as aprendizagens de nossas crianças, jovens e adultos estudantes”, comentou Simone Aparecida Machado. 

Os Prêmios “Professor Emérito” e “Professor em Destaque” foram instituídos há nove anos pela Lei nº 14.915 com a finalidade de valorizar os professores e suas contribuições diferenciadas na educação municipal. “O evento de hoje é para homenagear todos os educadores da cidade de São Paulo que, com muito empenho e dedicação, realizam um trabalho diferenciado e de qualidade com os alunos da rede municipal”, comentou Raquel da Costa Vieira.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Radio-Calafrio-participa-de-homenagem-ao-Dia-do-Professor 

Contribuição: Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                       POIE Maria Madalena Sercundes

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

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Tamandaré participa de lançamento de livro de poesias

Alunos do sexto ao nono conheceram em primeira mão mais uma aventura da indiazinha Guaracy
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Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré
No dia 14 de setembro, os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, participaram na Biblioteca Álvares de Azevedo, no bairro da Vila Maria, do lançamento do livro As novas aventuras de Guaracy.

A participação dos alunos no lançamento da obra faz parte da programação especial sobre poesia voltada para a terceira edição do Campeonato de Poesia Slam, organizado pela professora Carolina Cortinove (Sala de Leitura) que deve ocorrer entre setembro e outubro na EMEF Almirante Tamandaré.

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Escrito pelo poeta Paulo D’Áuria e ilustrado por Pam Rabisco, o segundo romance da indiazinha Guaracy tem como objetivo valorizar a cultura brasileira, as tradições, o folclore, a cultura indígena e as nossas raízes. No primeiro livro - “Guaracy”, a indiazinha vivia em uma aldeia Tupinambá na cidade de São Paulo e os personagens do folclore que apareciam na história eram baseados nas anotações de Luís Câmara Cascudo na obra “Geografia dos mitos brasileiros”. “Tenho oito ou nove livros já publicados. A inspiração para escrever vem do dia a dia, das conversas na rua, de ler, assistir televisão, de ir nos saraus. Às vezes estou ouvindo o poema de outra pessoa e uma palavra me faz escrever meu próprio poema”, comentou Paulo D’Áuria. 

Paulo é casado há 26 anos com Cissa Lourenço e ambos também fazem parte do grupo Poetas do Tietê. Uma das ações mais conhecidas do coletivo é declamar poesias pelas ruas da cidade de São Paulo e nas faixas de pedestres, inclusive vem daí o nome Poesia na Faixa. O grupo também desenvolve outros projetos sociais. “Meu próximo projeto também é escrever um livro. A gente faz um projeto no presídio feminino e eu quero fazer um livro baseado nas impressões que as meninas de lá deixam em mim, quero fazer um livro para misturar crônica, poesia e pensamentos baseado no que eu vejo e escuto. Quero mostrar para as pessoas que dentro do presídio também tem muito amor, que tem gente lá dentro e que precisamos prestar mais atenção nessas pessoas. A intenção é dar voz a essas pessoas que outros geralmente fingem que não existem”, falou Cissa Lourenço.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Tamandare-participa-de-lancamento-de-livro-de-poesias 

Contribuição: Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                      POSL Carolina Cortinove
                      POIE Maria Madalena Sercundes

terça-feira, 2 de outubro de 2018

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Estudantes do Tamandaré se apresentam no CEU Jaçanã

Evento contou com a participação dos jovens slammers da escola e com os alunos do projeto de violão
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Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem Rádio Calafrio
Estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé participaram no sábado, dia 15 de setembro, do Sarau no Centro Educacional Unificado (CEU) Jaçanã.

O encontro cultural teve apresentações do Projeto de Violão Popular sob orientação do professor Gregory Pina e dos jovens poetas que declamaram um extenso repertório de Poesia Slam (poesia autoral falada e performada de até 3 minutos) com orientação da professora Carolina Cortinove.

A participação dos alunos (ou dos jovens slammers) serviu como uma preparação para a terceira edição do Campeonato de Poesia Slam organizado pela professora Carolina Cortinove da Sala de Leitura, que acontecerá com os alunos do Ensino Fundamental II em setembro e outubro na escola. 

Machismo, desigualdade social, homofobia, violência contra a mulher e racismo foram alguns dos temas abordados nas batalhas de poesia, que contou também com a participação do público presente, de familiares dos alunos e do grupo VOPO (Vozes Poéticas), coletivo cultural fundado na EMEF Paulo Carneiro em 2014. “Foi bom mostrar o que sentimos através da poesia e competir também com o pessoal do VOPO. Espero que tenham mais eventos como esse!”,
comentou Guilherme Eduardo Lima, do sexto ano da EMEF Almirante Tamandaré.

Os estudantes do Projeto Imprensa Jovem Rádio Calafrio, também da EMEF Almirante Tamandaré, marcaram presença fazendo a cobertura do evento e participando como jurados das batalhas.

Para fechar o repertório cultural do sábado, a aluna Geovanna Deolino da Silva, do oitavo ano, cantou “Mudaram as estações”, do cantor e compositor Renato Russo, acompanhada dos alunos do Projeto de Violão Popular. “Acho muito interessante esse tipo de evento. É sempre bom ver as ideias dos outros escritas em um poema e eu também nunca havia participado cantando. Foi uma experiência muito boa!”, disse Geovanna.

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Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Estudantes-do-Tamandare-se-apresentam-no-CEU-Jacana

Contribuição:  Gregory Pina
                        Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                        POIE Maria Madalena Sercundes
                        POSL Carolina Cortinove
                     

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

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EMEF Eneas Carvalho e Tamandaré juntas no English Day

Evento contou com interação entre as duas escolas da zona norte
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Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Sábado é dia de descansar... “Só que não”! Alunos, professores, gestores e familiares compareceram ao English Day, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Eneas Carvalho de Aguiar, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, no bairro da Vila Sabrina, no dia 15 de setembro, provando que também pode ser bem divertido ir à escola aos sábados. “O inglês é um instrumento muito importante para a vida dos jovens. Os alunos estão muito envolvidos e é fundamental a participação da comunidade. Isso faz o aluno gostar de vir para a escola, ele se sente motivado a participar de todas as atividades e isso reflete no pedagógico, ele acaba indo melhor em todas as matérias”, comentou Miriam Colla, diretora da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Organizado pela professora de Inglês Silvana Gurgel, da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar, com apoio dos alunos, dos professores e da gestão, o evento contou com a participação da banda The Waves, de um DJ profissional, com uma exposição sobre Shakespeare, além de apresentações musicais dos alunos, de Hip Hop e de uma peça de teatro. “O objetivo é mostrar aos alunos que o inglês é fundamental para o futuro, para a profissão que irão escolher. Também é incentivá-los a estudar de outras formas”, explicou a professora Silvana Gurgel. 

A Imprensa Jovem Rádio Calafrio, da Escola de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da DRE Jaçanã/Tremembé, no bairro da Vila Maria, foi convidada a cobrir o evento. “Foi emocionante participar como repórter! Gostei muito de conversar com os alunos e com os professores! E adorei o teatro!”, falou o repórter Eidryan Lopes da Imprensa Jovem.

O evento começou por volta das 10h ao som do DJ Orpheu contagiando a todos e seguiu com as crianças do Ensino Fundamental I cantando em inglês. Os alunos do Ensino Fundamental II deram continuidade com a peça “Deu a louca em Romeu e Julieta”. “Foi uma iniciativa que partiu dos alunos, foram eles que chegaram com a ideia. É uma releitura de um texto clássico, um ‘Romeu e Julieta’ às avessas”, disse a professora Edilva Celina da Sílva, responsável pelos ensaios da peça teatral.

E um evento sobre língua inglesa não poderia deixar de ter uma entrevista em inglês! A professora Maria da Conceição, em um bate-papo bilíngue, contou ao repórter Ricardo Altafini como foi participar desse projeto: “Foi um trabalho gostoso de desenvolver, principalmente com alunos do Fundamental I. O inglês, para eles, é uma novidade e eles descobriram que conseguem fazer tudo isso. Os professores daqui são muito parceiros, é um trabalho de equipe”, contou a professora Maria da Conceição.

Segundo uma pesquisa da British Council realizada em 2015 menos de 5% dos brasileiros conseguem se comunicar em inglês e apenas 1% são considerados fluentes. “Resolvemos criar esse evento pensando em incentivar o estudo da língua inglesa pelos nossos alunos e nos preocupamos também em fazer uma atividade bem dinâmica, pensando numa interação que pudesse motivar a todos”, explicou Sandra Magalhães, coordenadora pedagógica da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Com tanto incentivo fica difícil não querer aprender inglês. Que venham muitos outros English Day e podem contar com a Imprensa Jovem Rádio Calafrio! See you! Bye! 

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEF-Eneas-Carvalho-e-Tamandare-juntas-no-English-Day

Contribuição: Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                      POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 10 de setembro de 2018


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Estudantes do Tamandaré visitam mostra no SESC Bom Retiro

Alunos que desenvolvem e participam do TCA dos sétimos e oitavos anos conhecem mostra sobre ilustradores internacionais premiados
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Como incentivo e valorização aos trabalhos desenvolvidos pelos grupos do Trabalho do Ciclo Autoral (TCA) e dos cartazes produzidos para o campeonato de poesia Slam, que deve ocorrer em setembro, os alunos dos sétimos e oitavos anos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, visitaram nos dias 29 e 31 de agosto a mostra “A ilustração como Porta do Mundo – 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira Infantil e Juvenil de Bolonha” no SESC Bom Retiro.


A exposição faz um panorama muito bem representado por artistas internacionais premiados e outros cinco artistas brasileiros que são destaque na ilustração contemporânea: Odilon Moraes, Marilda Castanha, Daniel Bueno, Fernando Vilela e Mariana Zanetti. São ilustrações de 50 anos da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, considerado o evento mais importante do setor nos segmentos infantil e juvenil, envolvendo vários profissionais como ilustradores, editores, autores e outros profissionais.



As ilustrações são diversas, desde recursos do desenho, pintura até o design gráfico. E se engana quem pensa que a ilustração é apenas um complemento da história, relegado ao segundo plano. Algumas vezes a ilustração é a grande protagonista do livro, tomando mais destaque que o próprio texto. Nesses casos, cabe bem mencionar o filósofo Confúcio que dizia que “uma imagem vale mais que mil palavras”. Por outro lado, há também histórias em que ocorre a simbiose perfeita entre texto e ilustração.



Além de visitarem a mostra, os alunos participaram com arte-educadores de atividades envolvendo jogos, criatividade, percepção e ilustração. “A importância dessa exposição é como o próprio nome dela diz que é a ilustração como porta pro mundo. As imagens, as ilustrações são como portas ou mesmo janelas para o mundo, a gente por meio delas consegue ir pra vários lugares e imaginar várias coisas”, comentou Vinícius Lourenço Barbosa, um dos arte-educadores que realizou dinâmicas com os alunos.



A exposição também é uma chance para os adultos fazerem aquela viagem nostálgica no tempo, relembrando aventuras e histórias fantásticas da literatura infantil e juvenil. Com a curadoria nacional de Dolores Prades e curadoria internacional de Paola Vassali, a mostra segue até 14 de outubro com entrada gratuita.


Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Estudantes-do-Tamandare-visitam-mostra-no-SESC-Bom-Retiro

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes
                         Imprensa Jovem Rádio Calafrio

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

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Poetas do Slam da Norte se apresentam no Tamandaré

Grupo abriu a 3ª edição do Slam da EMEF Tamandaré esbanjando talento e simpatia
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Matéria produzida pela Rádio Calafrio (Equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré)
Lugar de mulher é... no palco! Na manhã do dia 22 de agosto, os alunos do sexto ao nono ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, participaram de um bate-papo com as poetas e idealizadoras do Slam da Norte Viic Oliveira, Ingrid Martins e Yara Alves. Agitou também a platéia o poeta Igor Chico.

Formado em 2016, o Slam da Norte é uma batalha de poesia falada que acontece toda terceira sexta-feira do mês, sempre em algum local da Zona Norte de São Paulo, a fim de disseminar o movimento “slamer” nessa região da cidade. O principal objetivo dessa poesia é divulgar e praticar a poesia autoral nas periferias, incentivando a produção literária.

E como a poesia Slam é rima, voz e atitude, é claro que o trio não ficou só na conversa com os alunos! Viic, Ingrid e Yara promoveram uma pequena batalha entre os alunos e declamaram algumas poesias com temas atuais como preconceitos racial, cultural e social, machismo, violência etc. 

O evento foi organizado pela professora Carolina Cortinove, responsável pela terceira edição do campeonato de Slam da escola. “A ideia foi incentivar e inspirar os estudantes a começarem o processo de escrita de seus próprios textos para que no final do mês de setembro seja possível fazer o nosso slam”, explicou a professora Carolina.

Em entrevista ao repórter Ricardo Prates Altafini, da Imprensa Jovem Rádio Calafrio, Ingrid Martins disse que há muito preconceito contra as mulheres. “As mulheres sofrem machismo em qualquer lugar, no Slam talvez seja um pouco menos, mas ainda assim ele acontece”, afirmou Ingrid. 

A poeta ainda deixou uma “lição de casa” para os alunos. “Se você não escreve, passe a escrever, passe a ler, porque a leitura ajuda na escrita, e compartilhe com alguém, sentimentos compartilhados fazem com que a gente fique mais forte”, alertou.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Poetas-do-Slam-da-Norte-se-apresentam-no-Tamandare

Contribuição: POSL Carolina Cortinove
                      Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                      POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 25 de junho de 2018



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Projetos de música da Tamandaré se apresentam no CEU Jaçanã

Alunos dos Projetos de Flauta, Violão e Percussão abriram os trabalhos sobre o Plano Regional de Educação
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A manhã do dia 8 de junho ficou mais sonora no auditório do Centro Educacional Unificado (CEU) Jaçanã, localizado na zona norte. Os alunos dos Projetos Mais Educação de Flauta, Violão e Percussão Alternativa da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé (JT), subiram ao palco sob orientação dos professores Regiane Aparecida Silva Alves, Gregory Pina e Daniella Pires e fizeram a abertura dos trabalhos sobre o Plano Regional de Educação. 

Os pequenos músicos apresentaram a música “Peixinhos do Mar”, de Milton Nascimento, “O Sol”, da banda Jota Quest e “Minha canção”, de Chico Buarque. “Foi uma experiência muito positiva e inovadora, pois não havia planejado uma apresentação integrada a outros projetos. Foi enriquecedora essa parceria entre os ciclos. Trabalhar com música contribui nas atividades lúdicas e desperta a concentração, o raciocínio e a criatividade do educando”, comentou a professora Regiane Aparecida Silva Alves, responsável pelo projeto de Flauta.

Após as apresentações, houve a contextualização de como iniciou a elaboração do Plano Municipal de Educação até chegar na etapa regional e, em seguida, iniciaram os trabalhos nas salas a respeito das 12 metas com as propostas que as escolas enviaram. “Esse evento é muito importante porque faz parte de uma etapa de discussão do Plano de Educação para a cidade de São Paulo. Isso significa que os professores, os alunos, as comunidades e os pais podem indicar, sugerir, propor ações. É importante a participação de todos para a construção de um Plano de Educação que venha a atender os direitos das crianças, dos jovens e dos adultos”, explicou Simone Aparecida Machado, Diretora Regional de Educação da DRE JT. 

O Plano Regional de Educação será construído com base no Plano Municipal de Educação, que tem o objetivo de traçar as diretrizes em todo o município de São Paulo. “Este plano não se refere somente às escolas que pertencem à Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé. É um plano que compõe também com as escolas da rede estadual e federal, além de toda sociedade civil”, explicou Raquel da Costa Vieira, Diretora de Divisão Técnica - DICEU.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Projetos-de-musica-do-Tamandare-se-apresentam-no-CEU-Jacana

Contribuição: POIE Maria Madalena I. Sercundes
                      Professores de Projeto: Daniella Pires, Gregory Pina e Regiane Aparecida Silva Alves
                 

quinta-feira, 3 de maio de 2018


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Alunos de TCA da EMEF Almirante Tamandaré visitam mostra sobre arte boliviana

Alunos do 9º ano foram ao Sesc Bom Retiro conhecer um pouco mais sobre a cultura boliviana e explorar outros territórios da cidade
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Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio


Nos dias 18, 19 e 20 de abril, os alunos do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, (Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé), localizada na Vila Maria Alta, foram visitar a mostra de arte contemporânea “Travessias Ocultas – Lastro Bolívia” no Sesc Bom Retiro. Essa visita faz parte das orientações da professora Carolina Cortinove, uma das responsáveis pela orientação do Trabalho Colaborativa de Autoria (TCA) que será apresentado até o final do ano.


Oito artistas brasileiras (Denise Alves-Rodrigues, Fernanda Porto, Isadora Brant, Julia Franco Braga, Laura Berbert, Patrícia Araújo, Jonas Van Holanda e Valentina D'Avenia) e duas curadoras (Beatriz Lemos e Catarina Duncan) percorreram cinco cidades bolivianas entre 2016 e 2017, e também tiveram contato com a comunidade boliviana de São Paulo. Dessa interlocução e pesquisa in loco resultaram os trabalhos que retratam vários olhares sobre essas regiões e povos. “Eu gostei de um vídeo em que havia uma mulher tentando mover uma montanha. Ela conseguia baixar a montanha, conseguia mover do lugar com uma pedra que eles usam bastante por lá”, falou a aluna Raquel Santos. Já para a aluna Letícia Vieira Cardoso o que chamou mais atenção foi uma máquina que sabia a resposta das perguntas: “nós pegamos um papel e questionamos se iria acontecer a 3ª Guerra Mundial, depois colocamos dentro da máquina, giramos uma manivela e saiu um cartão escrito ‘sim’!”. 



Além de desenvolver a pesquisa, as relações interpessoais e o conhecimento científico, o TCA visa estimular a prática de intervenções sociais, seja na escola, no bairro ou na cidade, a fim de promover alguma mudança positiva na realidade. 



“A exposição foi importante para ampliar o conhecimento sobre a Bolívia a partir da perspectiva da arte. Durante a mediação da exposição, os estudantes se confrontaram com suas visões estereotipadas sobre a população boliviana, a valorização da cultura norte-americana em detrimento das culturas latino-americanas e indígenas. Também puderam ampliar seu repertório sobre a cultura e os costumes de outro país e seu repertório sobre arte contemporânea com inúmeras linguagens artísticas como fotografia, colagem, audiovisual, texto poético etc”, explicou a professora da Sala de Leitura Carolina Cortinove.

A mostra segue até o dia 6 de maio

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Alunos-de-TCA-da-EMEF-Almirante-Tamandare-visitam-mostra-sobre-arte-boliviana-1


Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 19 de abril de 2018


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Acolhimento e diálogo marcam o retorno das aulas na EMEF Almirante Tamandaré

Escola dá boas-vindas aos alunos com muita música, dança e reflexão sobre 2018
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio
O ano começou animado para alunos e professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré (Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé), na Vila Maria Alta. A programação de acolhida foi repleta de atividades práticas e reflexivas, colocando professores e alunos no ritmo que as férias costumam tirar.

Os alunos do sexto ao nono ano tiveram um momento de reencontro com os amigos para contar as novidades e para interagirem com novos colegas, vindos de outras unidades escolares.

“Esse momento de socialização e de acolhimento faz parte dos valores da escola, que visam o respeito, as relações interpessoais e o bem estar de todos. O acolhimento é uma prática educativa importante para que os alunos sintam-se bem recepcionados e estimulados para os novos desafios que virão”, disse a assistente de direção Marília Infante de Lucena.

Em seguida, os alunos participaram de atividades corporais e de muita dança na quadra, espantando o sono e a preguiça do fim das férias. Para finalizar, já em sala de aula, os alunos refletiram sobre o texto “As quatro estações” (autor desconhecido). Através de uma dinâmica de coletividade, eles puderam expor suas ideias sobre projetos e sobre o ambiente escolar. “Eu achei bem legal ter um tempo para conversar com meus amigos e as aulas também foram bem divertidas”, disse Victor Fernandes Matias da Silva, aluno do oitavo ano.

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E como cada fase pede uma recepção diferente, a diretora Vanessa Mesquita recepcionou os pais dos alunos do primeiro ano, dando informações sobre a escola e a rotina dos primeiros dias, apresentando a proposta de ensino e de como podem ajudar nas atividades dos filhos. Já as crianças acompanharam a professora para conhecer os espaços e os professores da escola e desenvolveram brincadeiras e rodas de conversa.

Assim como ocorreu no período da manhã, os alunos do segundo ao quinto também desfrutaram de um momento de socialização e, em seguida, cada professora realizou atividades com dinâmicas envolvendo jogos, arte e leitura.

”Foi um dia pensado exclusivamente para eles, com atividades diferenciadas, aproveitando o momento de descontração e também desenvolvendo atividades para ouvi-los sobre o que pensam da escola e como gostariam que ela fosse e também a respeito dos compromissos que poderão assumir durante o ano”, explicou o coordenador pedagógico Marcos Canadas. 

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Acolhimento-e-dialogo-marcam-o-retorno-das-aulas-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes



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Um basta à intolerância

Dia da Família na EMEF Tamandaré apresenta mostra cultural sobre Direitos Humanos
intolera_740_x430.jpgPara fechar o ano com chave de ouro, a EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT) realizou no dia 2 de dezembro a Mostra Cultural com a temática intolerância. Dividido em vários eixos como racial, sexual, religiosa, cultural, social, necessidades especiais etc, o assunto foi trabalhado e apresentado pelos alunos do primeiro ao oitavo ano através de exposições, danças, teatros, saraus e apresentações musicais.

"Nossa Mostra Cultural teve como enfoque buscar reflexões sobre a intolerância que permeia as relações cotidianas. Vivemos hoje em um mundo cheio de diversidade e, infelizmente estas, muitas vezes, não são respeitadas. Com o objetivo de trabalhar essas questões, durante o ano letivo foi desenvolvido atividades e ações para uma real reflexão acerca da intolerância que vivenciamos no dia a dia, culminando em nossa Mostra Cultural, que trouxe várias atividades recheadas de diversão e conhecimento para as famílias", explicou Kelly Andressa Pereira Nieuwenhoff, assistente de direção.

Sob orientação da professora da sala de leitura, Carolina Cortinove, os 5ºs e 6ºs anos apresentaram a exposição Donas da Rua da História, projeto inspirado no Projeto Donas da Rua de Maurício de Sousa, que apresenta mulheres importantes da história. Também foi apresentado pela professora trabalhos de slam e, em parceria com as professoras dos quintos anos, uma mostra de trabalhos sobre bullying. A professora Valéria Silva, também da sala de leitura, apresentou os cordéis dos alunos dos 3ºs e 4ºs anos com a participação das professoras do 4º ano e do Projeto Música e Movimento da professora Carolina Cortinove. 

Na área esportiva, sob orientação das professoras Regina Ferreira do Nascimento e Ana Cláudia Costa do Nascimento, os alunos apresentaram a intolerância no esporte, mostrando também o outro lado do esporte com atitudes positivas. Já os alunos dos 6ºs aos 8ºs anos lotaram a quadra com muita dança e valorização da cultura afro-brasileira com a professora Raquel da Costa Vieira.

Com apoio da melodia suave da cantora Ana Vilela, os alunos dos 1ºs anos cantaram "Trem Bala", resgatando os valores familiares, o amor e o respeito ao próximo. Em seguida, os alunos do Projeto de Percussão agitaram o público trabalhando os preconceitos raciais, ao imigrante e contra a mulher.

Os 3ºs anos trabalharam com o eixo racial e com vivências individuais e coletivas dos alunos e professores ao longo do bimestre. Sob orientação da professora Tânia Cavalcanti os alunos dançaram a música Pérola Negra, interpretada pela cantora Daniela Mercury. "Trabalhamos durante todo o ano as diferenças como as raciais e as físicas e apresentamos como produto final um trabalho que enaltece a cultura afro-brasileira, valorizando também a pintura corporal", disse a professora Tânia. 

Foi apresentada ainda a peça Flicts, que conta a história de uma cor diferente que não consegue se encaixar nem mesmo no arco-íris. Baseada no livro do cartunista Ziraldo, a apresentação do Projeto Academia Estudantil de Letras (AEL), com orientação das professoras Valéria Silva e Vanice Morell, contou ainda com a dança “Somos todos coloridos”. Outras disciplinas como Geografia, História e Matemática desenvolveram, juntas, os assuntos misoginia, preconceito social, religioso e ao imigrante sul-americano. 

A Imprensa Jovem Rádio Calafrio esteve presente com um cenário de combate à homofobia e tocando vários gêneros musicais, mas especialmente músicas da Era Disco dos anos 1970. 

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Um-basta-a-intolerancia

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017


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Alunos do Projeto de Violão da EMEF Tamandaré fazem pocket show em Mostra Cultural

Iniciativa proporciona, aos alunos, acesso à cultura e à linguagem musical
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Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

No dia 2 de dezembro, a equipe da Rádio Calafrio recebeu em seu estúdio os alunos do Projeto de Violão. Os meninos esbanjaram simpatia cantando canções da Legião Urbana e a música Saint Seiya dos Cavaleiros do Zodíaco, e encantaram o público presente na Mostra Cultural da EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT).


Sob orientação do professor Gregory Pina, os alunos Guilherme Henrique Pratis dos Santos e Luiz Vitor Viana da Silva, ambos do sétimo ano, mostraram na prática (e ao vivo) um pouco da proposta pedagógica do Projeto de Violão. Participou ainda o locutor da Rádio Calafrio, o aluno Victor Fernandes Matias da Silva, também do sétimo ano.



“O projeto pretende proporcionar aos alunos acesso à cultura e à linguagem musical. Os objetivos são a leitura de cifras e tablaturas, exercícios de coordenação motora, sensibilização através da arte, sociabilização, a promoção de momentos de lazer e a criação de espaços de divulgação dos talentos dentro do âmbito escolar”, explicou o professor Gregory Pina.



A Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008, torna a música conteúdo obrigatório nas aulas de Arte, mas projetos que envolvem música também já são uma realidade dentro das escolas municipais. Além de permitir a socialização das crianças e adolescentes, a música amplia os conhecimentos sobre manifestações culturais e propicia o desenvolvimento de outras linguagens como a corporal, vocal e instrumental. A música também possibilita a integração dos alunos no ambiente escolar e estimula a criatividade. 



Além do Projeto de Violão, há outros projetos na EMEF Almirante Tamandaré que trabalham com música como o Projeto de Percussão sob orientação da professora Daniella Martinez e o Projeto Música e Movimento da professora Carolina Cortinove.



Disponível: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Alunos-do-Projeto-de-Violao-da-EMEF-Tamandare-fazem-pocket-show-em-Mostra-Cultural


Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau



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EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

Incentivo à leitura e produção de poesias
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A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE JT), abriu suas portas para receber o grupo Vozes Poéticas (Vopo) no dia 24 de novembro. Formado por alunos poetas da EMEF General Paulo Carneiro Thomaz Alves, sob orientação do professor de História, Felipe Yanes, o grupo é formado por alunos do quinto ao nono ano.

O convite partiu da professora da Sala de Leitura, Carolina Cortinove. “Foi um encontro de estudantes poetas com textos autorais de slam, textos de outros autores(as) de literatura marginal periférica como Mel Duarte, Sérgio Vaz, Mariana Félix e de vários outros autores como Vinícius de Moraes e Galeano”, explicou a professora.

Além do sarau, houve ainda apresentações artísticas de rap, funk, canto e declamação, utilizando violino e berimbau trazidos pelo Vopo. Os alunos dos sextos e sétimos anos da EMEF Almirante Tamandaré também participaram cantando funks e raps autorais. 

O sarau é uma forma de incentivar a ler e produzir poesias, já que é muito mais comum exigir dos alunos o texto em prosa em sala de aula do que em forma de poema. O sarau proporciona também momentos de escuta, prática da oralidade, valorização da produção textual dos alunos e difusão da cultura periférica. Além disso, desenvolve um olhar mais crítico e mais politizado dos alunos.

No dia 19 de novembro, os alunos do Tamandaré também participaram da terceira edição do slam interescolar, com 40 escolas inscritas, organizado pelo coletivo Slam da Guilhermina. Já no dia 21 de novembro, os alunos levaram suas poesias slam para o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) Santana Tucuruvi.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEFs-Paulo-Carneiro-e-Tamandare-juntas-em-sarau

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré | Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo




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O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré

Programação especial realizada com o objetivo de promover sociabilidade e momentos prazerosos de lazer
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Segundo a Declaração dos Direitos da Criança, toda criança tem o direito de ser feliz. E foi com essa premissa em mente que os alunos do Ensino Fundamental I e II da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé tiveram três dias de muita diversão. A semana foi exclusivamente pensada para os alunos, com o objetivo de promover a sociabilidade e momentos prazerosos de lazer. 

Fadinhas, princesas, super-heróis, vampiros, monstros, palhaços e muitos outros personagens nada convencionais circularam pelos corredores da escola de 30 de outubro a 1 de novembro, participando da programação especial. “Foi muito divertido! Tomara que tenha mais vezes!”, comentou Eidryan Lopes, aluno do quinto ano.

Para impulsionar essa grande festa, foram alugados brinquedos infláveis com monitores nos dois períodos (manhã e tarde). Desfile de fantasias, oficina de arte, teatro, cineminha com direito à pipoca, algodão doce e, claro, muita música também fizeram a alegria de toda comunidade escolar. “Gostei muito! Principalmente do algodão doce e dos brinquedos. Foi uma semana bem diferente!”, disse Victor Fernandes Matias da Silva, aluno do sétimo ano.

Outro ponto interessante da festa é que a escola utilizou a renda arrecada da festa junina para o aluguel dos brinquedos, ou seja, o valor foi revertido em atividades para os alunos.

“Nossa intenção foi fazer dessa semana um momento especial, que valorizasse ainda mais o direito de brincar e de ser criança. A escola também tem uma função social e precisa ser um ambiente acolhedor e agradável de convivência. Muitas vezes na correria do dia a dia, deixamos um pouco de lado a ludicidade e os momentos de confraternização. Foi tudo muito bem planejado e organizado pela equipe gestora e pelos professores. O resultado foi esse momento de união e alegria de alunos, professores e gestores”, explicou Marília Infante, assistente de direção.

Disponível em: O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré | Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Contribuição: POIE Maria Madalena I. Sercundes

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

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Halloween une diversas culturas

Alunos da EMEF Almirante Tamandaré apresentaram peça teatral com personagens do folclore brasileiro
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Por Victor Fernandes, Luiz Vitor, Bruna Carmona, Kaike Comenda, Lucas de Oliveira, Eidryan Lopes, Luiza Sant’Anna, Beatriz de Castro, Cayan Bernardi, Dhara Munique, Estefani da Silva, Gabriela Pereira, Guilherme Lima, Guilherme Santos, Gustavo de Deus, Júlia de Deus, Pedro Henrique Alves e Rodrigo de Alencar


Os alunos do quinto ao sétimo ano do Projeto de Cinema de Animação apresentaram, no dia 31 de outubro, terça-feira, a peça “O Fantasma da Ópera em Tempos de Halloween”, na EMEF Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã-Tremembé. 


A história é uma adaptação da obra “O Fantasma da Ópera” e continuação do conto terror que eles criaram e transformaram em um curta de animação chamado “O Pescador – Histórias Fantásticas do Tamandaré”, sob orientação da professora Ludmilla Mignaco. “Com essa releitura do Fantasma da Ópera foi possível trabalhar com os alunos o gênero ópera, conhecido por sua intensidade dramática e complexidade. Além disso, a ópera também é uma expressão literária, já que conta uma história. Mas faltava colocar nessa história um pouco de brasilidade, daí a ideia de se trabalhar também os personagens do folclore”, comentou a professora.


Na primeira parte do conto, o menino Rodrigo vai pescar com o avô no dia 31 de outubro e são surpreendidos por uma tempestade, além de outros acontecimentos sobrenaturais. O avô conta uma lenda muito antiga sobre um pescador que vai visitar o túmulo da esposa no Dia das Bruxas e nunca mais voltou depois de ouvir uma música dentro do cemitério. Segundo essa lenda, o cemitério era onde é hoje a EMEF Almirante Tamandaré. Rodrigo perde o equilíbrio com o vendaval da forte chuva, cai no lago e bate a cabeça no casco do barco. Desacordado, sonha estar no cemitério no ano de 1841.


A história sai da animação e vai para o palco com o teatro musical: “O Fantasma da Ópera em Tempos de Halloween”. Rodrigo acorda no cemitério ao ouvir o uivo do Lobisomem. Assusta-se ao ver a Morte tocando órgão, com a bruxa mexendo no caldeirão de poções mágicas, com o Drácula e suas vampiras, com os zumbis e os mascarados. Rodrigo procura uma saída, mas como não encontra, ele se esconde entre os túmulos. 


“Gostei muito de fazer parte desse teatro, de transformar o sonho das crianças em realidade, delas verem personagens que só vêem em contos de fadas, filmes ou histórias do folclore. Elas até hoje me apontam pelos corredores e falam ”olha, a vampira!”. É muito gratificante!”, disse Júlia de Deus, aluna do sexto ano.

Outro detalhe diferente do cenário foram as placas de ruas espalhadas do “lado de fora do cemitério”. Por todo o pátio da escola havia placas de sinalização com nomes de ruas de personagens do folclore: Rua do Saci Pererê, Travessa da Mula sem Cabeça, Avenida do Curupira, Parque do Boto Cor-de-Rosa e muitos outros. “Procuramos trabalhar o imaginário das crianças através de culturas diferentes, da literatura e do cinema, mas principalmente explorando a nossa cultura. O Drácula foi inspirado no personagem do autor irlandês Bram Stoker; os Mascarados na representação clássica do teatro grego. Do folclore nacional, utilizamos vários personagens como Boitatá, Mula sem Cabeça, Cuca, Iara e Caipora; os Zumbis foram inspirados nas crenças afro-brasileiras. Ao mesmo tempo, tentamos montar um cenário meio fantasmagórico”, explicou a professora Ludmilla Mignaco. 

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 23 de outubro de 2017


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Projeto de cinema da EMEF Almirante Tamandaré cria curtas de animação

Alunos do terceiro ao sétimo ano produziram filmes utilizando técnicas de stop motion

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Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré

Os alunos do Projeto de Cinema de Animação da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE J/T), finalizaram os curtas que começaram a produzir em março deste ano sob orientação da professora Ludmilla Mignaco. 

Utilizando técnicas de stop motion, os alunos dos terceiros e quartos anos criaram diferentes cenários e produziram o primeiro curta de animação, chamado “Super Banana – O filme”.

A animação conta a história de uma metrópole que é invadida pelo vilão Darth Vader (isso mesmo, aquele do filmeStars Wars!). Depois de causar o caos na cidade, heróis como Homem Aranha, Buzz Lightyear, Super Mario e seu irmão Luigi tentam derrotá-lo, mas o grande vilão vestido de preto ganha todas as lutas facilmente. Entretanto, ao caminhar pelas ruas aterrorizando as pessoas, um rapaz tem a ideia de jogar uma banana. O vilão cai, bate a cabeça e morre. Pronto, o todo poderoso é vencido por uma inocente banana! 

Já os alunos do quinto ao sétimo ano produziram a primeira parte do conto de terror “O Pescador – Histórias Fantásticas do Tamandaré”. Também utilizando técnicas de stop motion, os alunos criaram uma história para lá de assustadora. No conto, o menino Rodrigo vai pescar com seu avô em um domingo ensolarado, dia 31 de outubro. Coisas misteriosas começam a acontecer. O rádio liga sozinho, começa a chover com raios por todos os lados e pessoas gritam das aldeias dos pescadores. O avô recorda uma história do século 19 sobre um pescador que foi visitar o túmulo da esposa e nunca mais voltou. Com o temporal, o menino perde o equilíbrio, bate a cabeça e sonha estar dentro de um cemitério no ano de 1841. A segunda parte da história é uma encenação teatral baseada na obra O Fantasma da Ópera, que será apresentada na semana do Halloween. 

“Nas duas histórias de animação os alunos aprenderam a importância dos efeitos sonoros, das músicas e dos movimentos minuciosos que a técnica de stop motion exige. Criatividade, atenção e paciência são requisitos essenciais para conseguir trabalhar com essa técnica. Lembrando que para cada minuto de filme, são aproximadamente quinhentas fotos tiradas. No caso do “Super Banana” foram quase três mil fotos, totalizando quatro minutos de filme. Neste segundo ano de Projeto, os alunos desenvolveram melhor a percepção dos movimentos de cada objeto em cena, do cenário, dos figurinos e da iluminação também”, explicou a professora.

Veja as produções dos alunos: 


terça-feira, 3 de outubro de 2017

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Campeonato de Slam na EMEF Almirante Tamandaré

Alunos do quinto ao oitavo ano mostram que também podem ser poetas
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré
Aconteceu na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE J/T), nos dias 18, 22, 25 e 28 de setembro, o II Campeonato de Poesia Slam. 

Organizado pela professora Carolina Cortinove, da Sala de Leitura, o evento contou com a apresentação dos alunos do quinto ao oitavo ano que leram textos autorais sobre diversos assuntos como meio ambiente, racismo, homofobia, política, injustiças sociais etc. “Nesse segundo campeonato, os estudantes estavam mais seguros para expor suas opiniões nos poemas. Os temas foram bastante variados e todos muito críticos em relação aos acontecimentos atuais na nossa sociedade. Houve muito respeito e escuta nos momentos da leitura de cada texto, elementos essenciais para o slam acontecer”, explicou a professora Carolina Cortinove.

No slam há um júri formado por alunos e professores e cada aluno (poeta) dispõe de até três minutos para ler seu texto. Não pode cantar nem dançar, apenas a interpretação vocal é permitida. Antes da leitura do poema, o apresentador e o público dão o “salve”, que no caso foi um energizante “Tamandarééé”. 

A primeira batalha foi entre os alunos dos sétimos e oitavos anos. O vencedor foi o aluno João Pedro de Freitas do 8ºC. Na semana seguinte foram os jovens slammers dos quintos e sextos anos. O primeiro lugar ficou com Italo Gabriel Alves de Oliveira, do 6ºA.

A próxima etapa, agora, é reunir os seis finalistas dos quintos e sextos e os seis finalistas dos sétimos e oitavos em um único Slam. “Essa etapa é importante para termos um aluno que irá representar a escola no Slam Interescolar, disputa entre diversas escolas, prevista para novembro”, comentou a professora Carolina Cortinove.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Campeonato-de-Slam-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes