Você está calmamente executando suas tarefas cotidianas. Vivendo a sua vida, simplesmente! De repente, do nada, vem uma sensação de desconforto físico e mal estar. Começa a sentir calafrios, dores pelo corpo, um espirro, um pouco de congestão nas vias respiratórias, sensação de cansaço e vontade de deitar. Sente seu corpo esquentar. Pega o termômetro e constata: febre. Toma um antitérmico, melhora um pouco e dali umas poucas horas...tudo de novo. A febre volta e está alta. O mal estar piora.
Na hora vem a dúvida: o quê será que é? Em tempos de epidemias de vírus, a questão é imediata: será gripe ou umas destas viroses como dengue, zika ou chikungunya? Como saber diferenciar e o que fazer para esclarecer? Quais providências tomar? Quais exames estão indicados? Vamos entender.
Neste outono, mais um vírus passa a circular pelos ares contaminando e matando pessoas: o vírus da gripe A (H1N1), também conhecida como gripe suína. Os números de casos e de óbitos este ano, nesta época, já superou em muito os do ano passado. Tanto que o governo cogita em antecipar a campanha de vacinação.
A diferença maior entre este vírus e os da dengue, zika e chikungunya, no que se refere à transmissão, é que o da gripe circula sozinho pelos ares, passando diretamente da pessoa portadora para a pessoa susceptível pelo próprio ar ou por secreções contaminadas. Os outros vírus em geral “voam” instalados no organismo mosquito vetor e transmissor, oAedes aegypti.
Os sintomas gerais de todas estas viroses são muito semelhantes, principalmente no início: febre, que pode ser alta, dor de cabeça, dores pelo corpo, muito cansaço, sonolência, inapetência, dor nos olhos, sensação de congestão, náuseas, vômitos e dores nas articulações.
No entanto, estas viroses tem, além destes sintomas comuns, particularidades clínicas específicas, muitas vezes difíceis para diferenciar, que assim se caracterizam:
- Gripe A H1N1: os sintomas de congestão são mais expressivos como congestão e coriza nasal, que pode ser clara ou purulenta, espirros, tosse seca ou com catarro e muita dor de garganta. Pode ocorrer também dor de ouvido. A dor de cabeça é muito comum, especialmente quando a movimentamos.
- Dengue: na dengue os sintomas congestivos são menos expressivos. Quase não há coriza nem tosse. Mas há muita dor de cabeça e uma dor característica atrás dos olhos. Predominam a intensa sensação de cansaço e as dores pelo corpo todo. Podem surgir manchas vermelhas leves pelo corpo.
- Dengue hemorrágica: o quadro é bem mais intenso. Predominam a sensação de desconforto e os sinais de sangramento. O nariz, a boca e as gengivas podem sangrar. Podem surgir manchas roxas pelo corpo. Pode ocorrer uma dor abdominal muito forte, contínua, que não melhora com nada. A pele fica fria e pálida.
- Zika: de todas é a que tem sintomas mais leves na fase aguda. Tanto assim que pode passar despercebida, apenas como um quadro de desconforto sutil. Há poucos sintomas de congestão nasal, tosse ou dor de garganta. As machinhas vermelhas espalhadas pelo corpo são bastante características. Estas manchinhas podem coçar, assemelhando-se a uma alergia. Os olhos também podem ficar vermelhos e coçar um pouco.
- Chikungunya: os sintomas congestivos, como a dengue e a zika, são menos predominantes. As dores articulares é que são mais características. Acometem principalmente as articulações dos pés, tornozelos e pulsos. Além da dor, as articulações podem ficar inchadas e vermelhas. Estes sintomas articulares podem durar semanas ou meses.
Os exames diagnósticos gerais podem ser pedidos pelo médico na suspeita de uma destas viroses. Um hemograma é sempre recomendável, pois indica se há ou não anemia. Mostra também o número de leucócitos – nossos glóbulos brancos- indicando-nos a situação de nossa defesa. Importantíssimo observar a contagem das plaquetas, que são responsáveis pela coagulação do sangue; o que é de extrema importância na suspeita de dengue hemorrágica.
Os exames específicos podem também ser pedidos, dependendo da situação clínica de cada paciente. Por isso, na presença destes sintomas, recomenda-se uma avaliação médica bem completa.
A gripe é a única destas viroses para a qual, além do tratamento geral, há terapêutica antiviral específica, indicada em alguns casos. Para as outras viroses o tratamento é de suporte e controle dos sintomas- o que também é essencial para salvar vidas, especialmente quando indicado a tempo.
Saber qual vírus nos acomete é muito importante! Fiquem atentos!
Conheça o comportamento do mosquito Aedes Aegypti e entenda a razão que leva este pequeno inseto a ser taxado desta forma
Você já deve ter ouvido falar que o Aedes aegypti é um mosquito com hábitos oportunistas. Por qual razão? É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. Mas ele também pode picar à noite? Sim. Ele não deixa a oportunidade passar.
Por ser um mosquito que vive perto do homem, sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional - principalmente, em espaços urbanos com ocupação desordenada, onde as fêmeas têm mais oportunidades para alimentação e dispõem de mais criadouros para desovar. A infestação do mosquito é sempre mais intensa no verão, em função da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas – fatores que propiciam a eclosão de ovos do mosquito. Para evitar esta situação, é preciso adotar medidas permanentes para o controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de focos do vetor. Como o mosquito tem hábitos domésticos, essa ação depende sobretudo do empenho da população.
Principais criadouros Pesquisas realizadas em campo indicam que os grandes reservatórios, como caixas d’água, galões e tonéis (muito utilizados para armazenagem de água para uso doméstico em locais dotados de infraestrutura urbana precária), são os criadouros que mais produzem A. aegypti e, portanto, os mais perigosos. Isso não significa que a população possa descuidar da atenção a pequenos reservatórios, como vasos de plantas, calhas entupidas, garrafas, lixo a céu aberto, bandejas de ar-condicionado, poço de elevador, entre outros. O alerta é para que os cuidados com os reservatórios de maior porte sejam redobrados, pois é neles que o mosquito seguramente encontra melhores condições para se desenvolver de ovo a adulto. Em alguns bairros suburbanos do Estado do Rio de Janeiro, estes grandes criadouros produzem quase 70% do total de mosquitos adultos.
Do ovo à forma adulta, o ciclo de vida do A. aegypti varia de acordo com a temperatura, disponibilidade de alimentos e quantidade de larvas existentes no mesmo criadouro, uma vez que a competição de larvas por alimento (em um mesmo criadouro com pouca água) consiste em um obstáculo ao amadurecimento do inseto para a fase adulta. Em condições ambientais favoráveis, após a eclosão do ovo, o desenvolvimento do mosquito até a forma adulta pode levar um período de 10 dias. Por isso, a eliminação de criadouros deve ser realizada pelo menos uma vez por semana: assim, o ciclo de vida do mosquito será interrompido.
Genilton Vieira/IOC
As larvas do A. aegypti têm tamanho reduzido, aproximadamente o de uma cabeça de agulha de costura
Os maiores índices de infestação pelo A. aegypti são registrados em bairros com alta densidade populacional e baixa cobertura vegetal, onde o mosquito encontra alvos para alimentação mais facilmente. Outro fator importante é a falta de infraestrutura de algumas localidades. Sem fornecimento regular de água, os moradores precisam armazenar o suprimento em grandes recipientes, que na maioria das vezes não recebem os cuidados necessários e, por não serem completamente vedados, acabam tornando-se focos do mosquito.
Alimentação
Machos e fêmeas do Aedes aegypti alimentam-se de substâncias açucaradas, como néctar e seiva. Somente a fêmea pica o homem para sugar sangue (hematofagia), alimento necessário à maturação dos ovos. Geralmente, a hematofagia é mais voraz a partir do segundo ou terceiro dia depois da emergência da pupa e da cópula com o macho.
Reprodução e desova
O acasalamento do Aedes aegypti se dá dentro ou ao redor das habitações, geralmente nos primeiros dias depois que o mosquito chega à fase adulta. É preciso somente uma cópula para a reprodução ser concretizada, pois a fêmea guarda o esperma na espermateca. Após a cópula, as fêmeas precisam realizar a hematofogia (alimentação com sangue) importante para o desenvolvimento completo dos ovos e sua maturação nos ovários Normalmente, as fêmeas do Aedes aegypti encontram-se aptas para a postura de ovos três dias após a ingestão de sangue, passando então a procurar local para desovar.
A desova acontece, preferencialmente, em criadouros com água limpa e parada. Os ovos são depositados nas paredes do criadouro, bem próximo à superfície da água, porém não diretamente sobre o líquido. Daí a importância de lavar, com escova ou palha de aço, as paredes dos recipientes que não podem ser eliminados, onde o ovo pode permanecer grudado.
Ovos
Uma fêmea pode dar origem a 1.500 mosquitos durante a sua vida. Os ovos são distribuídos por diversos criadouros – estratégia que garante a dispersão e preservação da espécie. Se a fêmea estiver infectada pelo vírus da dengue quando realizar a postura de ovos, há a possibilidade de as larvas filhas já nascerem com o vírus, no processo chamado de transmissão vertical.
Inicialmente, os ovos possuem cor branca e, com o passar do tempo, escurecem devido ao contato com o oxigênio. O ovo do A. aegyptimede aproximadamente 0,4 mm de comprimento e é difícil de ser observado.
Genilton Vieira/IOC
Na natureza, os ovos do A. aegypti podem sobreviver até 450 dias fora d’água.
Os ovos adquirem resistência ao ressecamento muito rapidamente, em apenas 15h após a postura. A partir de então, podem resistir a longos períodos de dessecação – até 450 dias, segundo estudos. Esta resistência é uma grande vantagem para o mosquito, pois permite que os ovos sobrevivam por muitos meses em ambientes secos, até que o próximo período chuvoso e quente propicie a eclosão.
Em condições favoráveis de umidade e temperatura, o desenvolvimento do embrião do mosquito é concluído em 48 horas. A resistência à dessecação permite também que os ovos sejam transportados a grandes distâncias, em recipientes secos. Esse aspecto importante do ciclo de vida do mosquito demonstra a necessidade do combate continuado aos criadouros, em todas as estações do ano.
*Todos os conteúdos foram revisados por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz)
A Semana Cultural "Vozes Negras" foi a finalização das aulas e trabalhos realizados na Sala de Leitura do período da manhã (ciclo interdisciplinar e autoral) e do Projeto Ritmos Brasileiros: Música e
Movimento em 2015 . O objetivo foi mostrar a contribuição negra à
cultura brasileira, por meios de seus ritmos e da literatura, fazendo a comunidade escolar entender a importância do negro na formação cultural brasileira e assim combater o imaginário preconceituoso e de valorização apenas das contribuições brancas e europeias. .
Entendemos que o trabalho que trata das relações étnico-raciais devem ser trabalhadas durante todo o ano letivo e não apenas no mês da Consciência Negra, assim, durante
todo o ano, procurou-se trabalhar o recorte étnico-racial em
conformidade à lei 10639/2003 que prevê o trabalho pedagógico em torno da
história e cultura africana e afro-brasileira.
Foram trabalhados autores e artistas (Carolina de Jesus , Geni Guimarães, Cartola, Xangô da Mangueira, Lia de Itamaracá),
contos e lendas africanas, contos sobre a diversidade da beleza e diferentes
origens étnicas como o livro Pedro
Noite, além de poemas e letras de
rap que tratam da condição do negro em outros tempos e nos dias de hoje.
Durante esta semana (16 a 19/11/2015) tivemos dois momentos: Grupo de Capoeira de Angola Nzinga -Marimbondo Sinhá e Sarau Vozes Negras com literatura e apresentações musicais/ danças feitas pelos estudantes e para eles.
1º Momento - Grupo de Capoeira de Angola Nzinga
O grupo iniciou contando um pouco da história do grupo e do nome "Nzinga" que foi a rainha de Matamba e Angola, viveu de 1581 a 1663 e representa resistência à ocupação do território africano pelos portugueses que lá aportaram para o tráfico de escravos. Além disso,destacaram que no grupo há muitas mulheres e que a mestre também é mulher "Mestre Janja", afirmando assim a igualdade de gêneros como um valor do grupo. Contaram um pouco da história de Zumbi por meio de uma ladainha e em muitos momentos ensinaram as letras aos alunos e os ensinaram a cantar. Ouça abaixo a ladainha:
Houve outros momentos de interação com os alunos, alunas e funcionários, quando eles foram convidados a jogar capoeira tornando um momento cultural e educativo muito significativo.
O sarau foi a finalização
da semana com declamação de poemas de escritores afro-brasileiros (Conceição Evaristo, Geni Guimarães, Castro Alves entre outros) selecionados
pelos alunos, apresentação da dança "Danda Lunda" de Margareth Menezes, orientada pela Professora Cleide e apresentação dos ritmos brasileiros Samba e
Jongo com os alunos do projeto Ritmos Brasileiros, orientada pela professora Carolina.
Parabéns a todos e todas envolvidos nesse projeto!
Microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça e o cérebro da criança é significativamente menor do que a de outras da mesma idade e sexo. A microcefalia normalmente é diagnosticada no início da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento.
Crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Não há uma cura definitiva para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.
Causas
Microcefalia é o resultado do crescimento abaixo do normal do cérebro da criança ainda no útero ou na infância. A microcefalia pode ser genética. Algumas outras causas da microcefalia são:
Malformações do sistema nervoso central
Diminuição do oxigênio para o cérebro fetal: algumas complicações na gravidez ou parto podem diminuir a oxigenação para o cérebro do bebê
Exposição a drogas, álcool e certos produtos químicos na gravidez
Desnutrição grave na gestação
Fenilcetonúria materna
Rubéola congênita na gravidez
Toxoplasmose congênita na gravidez
Infecção congênita por citomegalovírus.
Doenças genéticas que causam a microcefalia podem ser:
A microcefalia normalmente é detectada nos primeiros exames após o nascimento em um check-up regular. Contudo, caso você suspeite que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outros da mesma idade ou não está crescendo como deveria, fale com seu médico.
O Ministério da Saúde confirmou recentemente a relação entre o Zika vírus e o surto de casos de microcefalia no nordeste do país em 2015. A febre zika, ou simplesmente zika vírus, é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. Por se tratar de algo novo, não descrito anteriormente na literatura médica, ainda não se sabe exatamente como funciona a relação entre os problemas.
De acordo com o Ministério da Saúde, as investigações sobre microcefalia e o Zika vírus devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.
diagnóstico e exames
Buscando ajuda médica
A microcefalia normalmente é detectada pelo médico nos primeiros exames após o nascimento em um check-up regular. Contudo, caso você suspeite que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outros da mesma idade ou não está crescendo como deveria, fale com seu médico.
Na consulta médica
Especialistas que podem diagnosticar uma microcefalia são:
Clínico geral
Pediatra
Neurologista
Neurologista infantil.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico da microcefalia. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
Você consumiu algum medicamento na gestação?
Você teve alguma doença na gestação?
Você fez uso de álcool, cigarro ou outras drogas na gestação?
Desde quando você notou a diferença no tamanho da cabeça da criança?.
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Para microcefalia, algumas perguntas básicas incluem:
Qual é a causa mais provável da microcefalia?
Meu filho precisa de quaisquer testes adicionais? Se assim for, estes testes requerem qualquer preparação especial?
Quais são os tratamentos disponíveis para a microcefalia?
Qual você acha que é o mais indicado o meu filho?
Caso tenha mais filhos, quais os riscos de eles terem microcefalia?
Há algum folheto, site ou outros materiais nos quais consiga mais informações sobre microcefalia?.
Não hesite em fazer outras perguntas sobre microcefalia, caso elas ocorram no momento da consulta.
Diagnóstico de Microcefalia
A microcefalia é diagnosticada por meio do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança. O médico irá colocar uma fita métrica em torno da cabeça e medir seu tamanho. Esta medida e também o tamanho da criança serão feitas durante os primeiros anos de vida e comparadas com uma tabela padronizada a fim de determinar se a criança tem microcefalia.
O médico também pode solicitar exames como: tomografia computadorizada da cabeça, ressonância magnética e exames de sangue para ajudar a determinar a causa da microcefalia.
tratamento e cuidados
Tratamento de Microcefalia
Não há tratamento medicamentoso para a microcefalia que possa ser capaz de fazer a cabeça da criança voltar ao normal. É orientado realizar terapias para melhorar as habilidades da criança, como a fala. Portanto, o médico poderá recomendar a fisioterapia, terapia ocupacional e outras formas de tratamentos orientadas.
convivendo (prognóstico)
Convivendo/ Prognóstico
O diagnóstico de microcefalia pode despertar nos pais uma série de emoções, como medo, preocupação, tristeza e culpa. Portanto é importante buscar:
Ajuda de uma equipe profissional de confiança: Procure médicos, professores e terapeutas em que confia
Apoio de outras famílias que lidam com a mesma situação. Você pode buscar esse apoio em sua comunidade ou pela internet.
Complicações possíveis
A criança com microcefalia pode apresentar:
Déficit intelectual
Atraso nas funções motoras e de fala
Distorções faciais
Nanismo ou baixa estatura
Hiperatividade
Epilepsia
Dificuldades de coordenação e equilíbrio
Alterações neurológicas.
Algumas crianças com microcefalia podem não apresentar problemas de aprendizado.
prevenção
Prevenção
Se a causa da microcefalia for genética é possível preveni-la. Por isso é importante fazer o aconselhamento genético antes de engravidar.
Além disso, a melhor forma de se prevenir não só a microcefalia, mas diversas outras condições de saúde, é a realização do pré-natal durante a gravidez.
Dentre as recomendações médicas para prevenir a microcefalia também estão:
Não ingerir álcool durante a gravidez: o consumo de álcool predispõe o bebê a diversas doenças, como Síndrome do Alcoolismo Fetal e microcefalia.
Não utilizar medicamentos sem a orientação médica: alguns medicamentos podem interferir na formação fetal, inclusive causando uma má formação do cérebro como a microcefalia. É importante que a gestante não tome nenhum tipo de medicamento sem orientação médica.
Evitar contato com pessoas com febre ou infecções: qualquer infecção pode dar alguma alteração no desenvolvimento do feto, desde uma rubéola e citomegalovírus, até a dengue, febre zika e febre chikungunya. Por isso é importante evitar a exposição geral a doenças.
Proteger-se da picada dos mosquitos: como há a possibilidade da microcefalia ser causada pelo vírus zika, que por sua vez é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti - além das complicações já sabidas nos casos de dengue, por exemplo - uma das recomendações do Ministério da Saúde é evitar se expor ao mosquito. O que pode ser feito eliminando os criadouros dele, ou seja, retirar recipientes que tenham água parada e cobrir adequadamente locais de armazenamento, além do uso de repelentes indicados para gestantes.
fontes e referências
Texto revisado pela Profa. Dra. Marilisa M. Guerreiro, neurologista, Professora Titular da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Chefe da Disciplina de Neurologia Infantil Departamento de Neurologia – FCM – Unicamp. CRM: 40662/SP
Clínica Mayo, Instituto Nacional de Doenças Neurológicas e Derrames dos Estados Unidos.
Em dezembro, na Biblioteca Álvares de Azevedo, os alunos dos 2º B e C assistiram a uma Cantata de Natal, que fez uma releitura do nascimento de Jesus em Belém, do Pará.
Os reis magos trouxeram presentes de várias regiões do Brasil, além de apresentar diversas músicas relacionadas ao espírito natalino.
Que esse espírito de Natal - de amor, respeito, comunhão, solidariedade, justiça, ações de resgate à dignidade, principalmente, dos mais necessitados, oprimidos, desempregados, possa se propagar todos os dias em 2016.
E propiciar uma Educação de Qualidade seja uma das metas para a construção de um mundo mais justo.