terça-feira, 24 de maio de 2016

Dia da Família na Escola - 07-05-2016

No Dia da Família na Escola, realizado aos 07-05-2016, a escola realizou uma série de oficinas e apresentações que vocês podem conferir. 
Foi mais um dia em que a comunidade esteve presente e quem compareceu aprendeu, divertiu-se, dançou e conheceu um pouco de alguns dos projetos desenvolvidos visando à sustentabilidade, à prevenção, à saúde, ao conhecimento de outras culturas e apreciar os protagonistas infanto-juvenis.
Além disso, mais um dia de encontro, troca de experiências entre os familiares.

Oficina de Zumba - realizada pelas professoras Regina e Suellen, de Educação Física



 

Cobertura do evento pelos alunos da Rádio Calafrio, , além de uma série de entrevistas realizadas. Veja algumas fotos e clique no site da Rádio para ver a cobertura completa Rádio Calafrio - som arrepiante





Oficina de Porta lixa e Palitos de Unha - realizada pelas professoras Ana Paula, Fernanda, Patrícia e Rita



Oficina de Chaveiros de EVA realizada pelas professoras Daniela Soares, Magali, Nádia e Vanice

Oficina de Porta Guardanapo e Porta Copos  realizada pelas professoras Neide, Neusa, Sandra Regina





Oficina de Carteirinhas de EVA realizada pelas professoras Carmemdores, Nilza, Sandra Spadaro e Valéria





Oficina de Porta Recados de EVA realizada pelas professoras Daniela, Flávia, Noelise e Priscila


Oficina de Carteirinhas de EVA realizada pelos docentes Ana Lúcia, Kátia, Laura, Sílvia e Thiago







Oficina de Embalagens de Coador de Papel realizada pelas professoras Francine, Maria Cristina, Renato e Rosana










Oficina de Porta Moedas de Caixinha Tetra de Leite e Suco realizada pelas professoras Gardênia, Iranete, Maria Aparecida e Rosemary






Oficina de Aromatizantes de Citronela realizada pelas professoras Alice Sayuri, Marco Aurélio, Maria Lobo, Maria Madalena e Oscar







Vivência Indígena - provérbios, música, pintura corporal, realizada pelas professoras Carolina e Ediná
A professora Ediná, de Língua Portuguesa, desenvolveu com os alunos dos 6° anos a leitura de provérbios africanos e indígenas pesquisados em aulas. Os presentes puderam reconhecer que muitos desses provérbios foram adaptados para a nossa cultura. Além disso, os alunos do projeto "Música e Movimento", com a professora Carolina, apresentaram um coral da música guarani Nhamandu (Deus do Sol). Por fim, foi realizada uma oficina de pintura corporal e as famílias criaram uma imagem que os unisse e passaram para o corpo. No final, todos receberam como lembrança, sementes de urucum dentro de um saquinho junto com um provérbio.









Jogos Interativos realizados pelos professores André, Clóvis, Raquel e Regina





 






Clique no álbum de fotos: Dia da Família na Escola - 07-05-2016

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dia da Família agita EMEF Almirante Tamandaré



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Dia da Família agita EMEF Almirante Tamandaré

A escola da Vila Maria abriu suas portas mais uma vez e ofereceu atividades culturais, de saúde e bem-estar à comunidade.

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Familiares em oficina de artesanato.
Matéria redigida pela Equipe Imprensa Jovem Rádio Calafrio.
Poderia ser apenas mais um evento interno para a equipe da Rádio Calafrio e Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré cobrir, se não fosse o fato de ser véspera do Dia das Mães e o Dia da Família na Escola.
Nem mesmo o frio da manhã do sábado, dia 7 de maio, afastou o encontro da comunidade com a escola, que mostrou mais uma vez o porquê desse dia ser tão importante. “É um dia para se ter mais aproximação entre as famílias, alunos e a escola. Fiquei muito contente com o que vi, principalmente com os trabalhos dos alunos e professores junto das famílias”, comenta o diretor da escola, Arli José Fernandes.
Em salas decoradas e acolhedoras, os professores e os estagiários montaram oficinas de: porta recado, chaveiro, porta moedas, carteirinha, porta guardanapo e porta copo, artesanato utilizando coador de café, palito de unha e porta lixa. Além disso, outros espaços como quadras, salas de leitura e informática ofereceram atividades de: vivência indígena (com apresentações musicais e pintura corporal), jogos (xadrez, dama, ping pong etc), atividades físicas como zumba e alongamento e oficina de aromatizantes de citronela. “Pude participar de todas as oficinas com meu filho e é uma integração muito boa, ele ficou muito feliz!”, afirma a vice-diretora, Tania Cavalcanti.
Para a professora do Projeto de Rádio, Ludmilla Mignaco, “um dos grandes desafios da escola pública é tornar-se um espaço democrático, reflexivo e inclusivo. É visível que a cada ano aumenta o número de pessoas no Dia da Família na Escola”. Para a coordenadora pedagógica, Simone Silva, “isso é reflexo de ações pedagógicas que valorizam a diversidade social e cultural de toda comunidade, as famílias sentem o acolhimento por parte da nossa escola”.

Uma das professoras responsáveis pela oficina de porta recado de EVA, Noelise Faustino, “a escola sempre faz desse dia uma grande festa com as famílias, um dia único, a equipe gestora e os professores trabalham muito para construir isso e criar esse clima agradável”.
Ainda de acordo com Ludmilla Mignaco, hoje, “a escola é uma instituição reinventada, emancipadora e cidadã, capaz de dar mais significado aos processos de aprendizagem e à própria vida dos alunos. Toda ação pedagógica da EMEF Almirante Tamandaré está alicerçada no cuidado, na sensibilidade e na construção de uma identidade do aluno com a escola.

Quando falamos em família também não podemos ignorar as mudanças ocorridas nos últimos anos. “Observamos uma mudança na configuração familiar e sentimos a necessidade de nos aproximar dessas famílias e de ouvi-las. O Dia da Família auxilia nesse processo de diálogo”, complementa Daniela N. dos Santos, Professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental I.
Conheça a Rádio Calafrio.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Dia-da-Familia-agita-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

quarta-feira, 18 de maio de 2016

TCA 2016 - ESTUDO DO ENTORNO DA ESCOLA



Orientação de TCA 9ºs anos
Saída Pedagógica ao entorno da escola

1.   Saída com alunos pelo portão da Avenida Alberto Byington;

2.   Travessa Fernão Martins da Costa:

Parada no Centro de Referência de Promoção da Igualdade Racial
Inaugurado no dia 08 de Março de 2016, como espaço público e gratuito para a população, dedicado ao atendimento e orientação de diversos profissionais em casos de discriminação racial.
Oferece também oficinas, debates, palestras, ações pedagógicas e outras atividades relacionadas à inclusão e igualdade, tornando-se um equipamento permanente de vigilância, valorização e respeito à identidade.
Possui um salão para auditório e área externa para atividades e apresentações culturais, sala administrativa, banheiros com acessibilidade e duas salas totalmente reformadas e fechadas para garantir o sigilo do atendimento à população, onde trabalharão psicólogos, pedagogos, advogados.




3.   Rua André da Fonseca:

Parada na UBS Vila Maria – Doutor Luiz Paulo Gnecco

UBS, Unidades Básicas de Saúde ou Postos de Saúde são locais onde qualquer pessoa pode receber atendimentos básicos e gratuitos em Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia.
Os principais serviços oferecidos pelas UBS são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica.
Cada Unidade é responsável por atender uma determinada área da cidade,  por essa razão procure sempre a UBS mais próxima de sua casa para garantir o atendimento.
Ao chegar à Unidade de Saúde, procure o balcão de atendimento, portando seus documentos pessoais e/ou documentos do responsável por crianças. Sempre que possível agende a consulta antecipadamente.



4.   Avenida Conceição:

Parada EMEI Eduardo Carlos Pereira
Escola Municipal de Educação Infantil
Dados de 29/04/2016:
140 vagas oferecidas no Infantil I, sendo 135 crianças matriculadas;
252 vagas oferecidas no Infantil II, sendo 242 crianças matriculadas;
Total de 392 vagas oferecidas, sendo 377 crianças matriculadas, remanescendo 15 vagas.

7 salas de aula;
2 parques;
1 brinquedoteca;
1 laboratório de informática;
1 quadra;
1 rampa;
1 sala de leitura



5.   Rua General Mendes:

Parada na Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme

São Paulo possui 32 pequenos "municípios" distribuídos pela cidade, que são as Subprefeituras.
Essas subprefeituras têm o papel de receber pedidos e reclamações da população, solucionar os problemas apontados; preocupam-se com a educação, saúde e cultura de cada região, tentando sempre promover atividades para a população.
Além disso, elas cuidam da manutenção do sistema viário, da rede de drenagem, limpeza urbana, vigilância sanitária e epidemiológica, entre outros papéis.




Indicações/Referências:

5.a. CAPS – Centro de Atenção Psicossocial

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são unidades de atendimento intensivo e diário aos portadores de sofrimento psíquico grave, constituindo uma alternativa ao modelo centrado no hospital psiquiátrico e permitem que os usuários permaneçam junto às suas famílias e comunidades.
O CAPS tem como finalidade a integralidade no tratamento de pessoas que sofrem com transtornos mentais – psicoses, neuroses graves e demais quadros- cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário, personalizado e promotor de vida.




5.b. Biblioteca Alvares de Azevedo


Um pouco da História do bairro:
A diversidade forma uma população de mais de 300 mil pessoas em uma área de 16,4 km² na Subprefeitura de Vila Maria / Vila Guilherme, descoberta e colonizada por portugueses.
Quando os portugueses atracaram suas caravelas às margens do rio Tietê, em meados do século 20, a Vila Maria era muito diferente do que é hoje: a travessia do rio era feita através de uma ponte de madeira, as ruas não tinham calçamento e era possível pescar no rio e nas lagoas que mais tarde foram aterradas.
A Vila Maria foi fundada em 1917, com o loteamento realizado pela Companhia Paulistana de Terrenos. O nome teria sido dado em homenagem à esposa de um dos antigos proprietários daquelas terras. As ruas do bairro receberam os nomes dos diretores e corretores da Companhia Paulista de Terrenos, como Guilherme Cotching, Thomaz Speers, Antônio da Silva e Eugênio de Freitas.
Até 1918, a travessia do rio Tietê para se chegar à Vila Maria só era possível de barco. Naquele ano foi construída uma ponte de madeira. Mas os barcos continuaram sendo de grande utilidade, já que as inundações eram freqüentes na região.
Por essa mesma época começaram a se formar os outros dois bairros que hoje dão nome aos distritos que compõem a Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme. A Vila Medeiros surgiu do loteamento, em 1924, da fazenda que a família Medeiros de Jordão adquiriu em 1909. A Vila Guilherme foi fundada no mesmo período, quando Guilherme Praun da Silva adquiriu 115 alqueires que haviam pertencido ao barão de Ramalho. Guilherme loteou as terras e deu os nomes de seus familiares e amigos às ruas do bairro.

Entre as décadas de 1930 e 1970, a região recebeu um grande número de imigrantes portugueses, que imprimiram muito de suas características à Vila Maria. A presença lusitana também pode ser observada nos outros dois distritos que formam a subprefeitura.
Marcolino Augusto Duque, 71 anos, é um dos tantos portugueses que migraram de Portugal para a Vila Maria e acompanhou de perto a transformação da região em um dos mais tradicionais redutos portugueses em São Paulo. Atracou sua caravela na Vila Maria em 1951 e integrou-se rapidamente à região, onde teve um empório. Calcula que à época de sua chegada, cerca de 70% da população era portuguesa. Hoje, ele estima que essa população represente menos de 20% do total: “Falávamos que a capital de Portugal era a Vila Maria”.

O trote foi instituído pelos portugueses. Antes mesmo da fundação da sociedade, em 1944, padeiros, sacareiros e mercadores portugueses já praticavam o trote na região, com suas carroças. Com a participação dos italianos fundaram a sociedade em 1944.
Atualmente, um dos principais problemas enfrentados pela região é o grande número de favelados – cerca de 50 mil de seus habitantes não possuem condições dignas de moradia.
O advogado Roberto Carvalho da Mota, presidente do Rotary Club da Vila Medeiros, dono de grande acervo de documentos sobre toda a área, se define como um “museu vivo”, o que se justifica não só pelos seus registros, como também pelas histórias que detém na memória. Roberto planeja colocar à disposição seu material para a população em breve, através do Museu de Vila Maria. Por enquanto, parte de seu material e de suas informações podem ser consultadas na internet, em seu site.
O bairro se transformou consideravelmente. Hoje, o local é considerado de média densidade comercial, com um grande volume de pequenos comerciantes, transportadoras e prestadores de serviços. O bairro está todo urbanizado. E os problemas com enchentes parecem ter ficado no passado, graças à retificação e ao desassoreamento do rio Tietê.
E se, no passado, a grande maioria da população era de portugueses, com o passar dos anos outras raças migraram para a região. Hoje, é grande a presença de imigrantes do norte, do nordeste e da Bolívia.


Contribuição: Poie Marco A. Canadas

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Oficina de Aromatizantes de Citronela

Aos 07/05/2016, no Dia da Família na Escola, tivemos várias oficinas e dentre elas a Oficina de Aromatizantes de Citronela, realizada a partir de um projeto sobre o mosquito Aedes Aegypti, confira publicações no blog sobre Aedes Aegypti

Algumas fotos da oficina: 






Veja o álbum de fotos: Aromatizantes de Citronela

Vídeo sobre a Oficina de aromatizantes de citronela

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

Estudo das partes de uma árvore

Os alunos do 2º ano A, da professora Laura de Fátima Antonio, depois de estudarem as partes de uma árvore, foram até as áreas verdes da escola, o chamado bosque e colheram galhos, folhas secas e verdes, flores, frutinhas, frutos.
A partir de um desenho da árvore feito na lousa pela docente, os alunos em duplas, desenharam-na em cartolina, selecionaram o que foi colhido e colaram tais materiais a fim de formar uma árvore em relevo.
Os alunos se envolveram muito para realização dessa atividade e os trabalhos ficaram excelentes. 

A seguir um vídeo mostrando uma parte do trabalho realizado



Algumas fotos do álbum abaixo:













Álbum de fotos: Confecção de uma árvore com materiais orgânicos

Se quiser realizar mais atividades com folhas secas, clique no site do Tempo Junto 10 atividades com folhas secas para celebrar o outono
Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes