quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Alguns trabalhos desenvolvidos no 1º semestre de 2017

Maio Amarelo

Público-Alvo: 5º anos

Objetivos: É uma ação coordenada entre o poder público e a sociedade civil para chamar a atenção da população para o alto índice de feridos e mortos. A intenção é mobilizar a sociedade, em seus mais diversos segmentos, para discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando em toda a amplitude que o tema exige.





Contribuição: Naira Alves Scola

Sólidos Geométricos

Público-Alvo: 6º anos
Objetivos: Estudar e aprender os elementos dos prismas e pirâmides de forma lúdica e concreta e lúdica.
Desenvolvimento: Os alunos montaram esqueletos de alguns prismas e algumas pirâmides evidenciando os elementos, frestas, vértices e faces.
Materiais utilizados: Varetas de bambu, cola quente, régua e canetas hidrográficas.




Professor: Rubens Benvenuto

História


Público-alvo: 8º anos
Tema: A vinda da família real para o Brasil
Atividades:
- leitura de vários textos sobre o tema;
- apresentação de seminários para a classe;
- desfio: cada grupo elabora um rol de questões e desafia os outros grupos a responderem corretamente de acordo com os contratos didáticos estabelecidos;
- socialização e apresentação entre os 8º anos dos melhores seminários







Tema: Interesse de cada grupo para análise, seleção, produção e socialização
Gênero textual: Jornal
Pesquisa realizada pelos alunos do 6ºD para o desenvolvimento de apresentações escritas e orais. Seleção de temas de interesse dos alunos com a proposta de uma produção textual e apresentação oral para a própria turma e posteriormente para as outras turmas.






Público-Alvo: 6º ano B
Conteúdo: Grécia Antiga
Tema: Guerra de Tróia

Desenho sobre o relato da aula expositiva sobre a deusa discórdia irada e o humano Páris apaixonado ao lado da deusa Afrodite.
Desenho da aluna Sara, que apresenta múltiplas deficiências, dentre elas portadora de autismo



Professora: Maria Aparecida Ornelas

História
Público-Alvo: 7º ano
Aulas de: História

Aulas e atividades desenvolvidas a partir da concepção de conhecimento histórico como instrumento de investigação produtiva e criativa da realidade e como meio para resolução de problemas e transformação social. A História é estudada como fruto de intensas lutas, conflitos, contradições e resistências.
Nas aulas são promovidas atividades de problematização da vida e produção sociais, realizadas a partir da vida e do fazer político de pessoas comuns, tendo os estudantes como sujeitos históricos.
Além de construirmos coletivamente nossos contratos pedagógicos, foram trabalhados conceitos como relações de poder, sociedade, Estado e instituições, ressaltando o debate sobre a organização republicana e democrática do Estado brasileiro.


Professora: Michele Badolato

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

Estudantes da Tamandaré analisam, refletem, debatem o estado democrático de direitos no Brasil


Público-Alvo:7º ano
Aulas de: História

Aulas e atividades desenvolvidas a partir da concepção de conhecimento histórico como instrumento de investigação produtiva e criativa da realidade e como meio para resolução de problemas e transformação social. A História é estudada como fruto de intensas lutas, conflitos, contradições e resistências.
Nas aulas são promovidas atividades de problematização da vida e produção sociais, realizadas a partir da vida e do fazer político de pessoas comuns, tendo os estudantes como sujeitos históricos.
Além de construirmos coletivamente nossos contratos pedagógicos, foram trabalhados conceitos como relações de poder, sociedade, Estado e instituições, ressaltando o debate sobre a organização republicana e democrática do Estado brasileiro.








Contribuição:Professora Michele Badolato
                   POIE Maria Madalena Sercundes

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Projeto de Educação Ambiental - 1º semestre de 2017


Projeto de Educação Ambiental
- Apresentação de algumas das atividades desenvolvidas no horário do Projeto de Ação Especial – A Pedagogia por meio de Projetos e suas contribuições para uma educação transformadora - conceitos, metodologia e avaliação, acerca de alguns microorganismos que vivem no solo e muitos deles auxiliam no processo de transformação da matéria orgânica auxiliando no cultivo de plantas. Esse tema foi apresentado pela professora Iranete Márcia de Almeida e alguns dos alunos do projeto deram depoimentos das práticas no cotidiano e a relevância do projeto na vida deles.








Em seguida, foi exibido o documentário: O solo – parte 1 e 2
Confecção de um porta-retrato

Nas aulas de junho sobre reciclagem, os alunos utilizaram materiais como papelão na confecção de porta-retratos. 
Reutilização de materiais do cotidiano para reduzir o descarte de resíduos sólidos.





HORTA






Contribuição: Professora: Iranete Márcia de Almeida
                       POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Narrações Radiofônicas

Projeto desenvolvido pela professora de Artes Graciela Martins e assessoria do professor de história Gregory dos Santos Pina, sobre programas de rádio, na EMEF "Almirante Tamandaré" em 2017, com alunos do 8º ano. O projeto foi apresentado em horário do PEA - "A Pedagogia por meio de Projetos e suas contribuições para uma educação transformadora - conceitos, metodologia e avaliação", para os professores e coordenadora pedagógica Dauziley Valadão.








Contribuição: Professora Graciela Martins
                       Professor Gregory dos Santos Pina
                       POIE Maria Madalena Sercundes

Vem aí o II Slam Tamandarééé!, batalha de poesias autorais

Quando pensamos em campeonatos, logo nos vem à cabeça os esportes, como futebol, o volêi, a natação. Mas o Slam é um pouco diferente, pois são os poetas, “os atletas" e seu esporte é o verso, a rima, a poesia.
O Slam foi criado nos anos 1980 em Chicago, nos Estados Unidos, no período em que a cultura hip hop tomava forma, mas só chegou ao Brasil nos anos 2000. O campeonato ZAP, Zona Autônoma da Palavra, foi o primeiro deles, trazido pelo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, um grupo de Teatro Hip-Hop. Atualmente, existem em torno de 30 slams no Brasil.
Aqui na nossa escola, os estudantes tomaram contato com essa modalidade de poesia por meio de vídeos, textos, leitura em voz alta e exercícios de entonação e expressão do corpo.
Slam significa grito, em inglês, por isso muitos dos poetas apresentam poemas fortes, com temáticas ligadas ao seu cotidiano e à vida. 
No vídeo abaixo, gravado durante uma edição do ZAP (Zona Autônoma da Palavra) é possível entender um pouco da dinâmica desse campeonato:


Um dos exemplos levados às aulas foi o poema e a performance de Roberta Estrela D'alva, no seu slam "Garganta":


Em 2016 realizamos a 1ª edicão do Slam Tamandarééé! e contou com a participação de todos os estudantes do 5° ao 9° ano em parceria com a Sala de Leitura e Língua Portuguesa. As regras do jogo aqui aconteceram de acordo com os slams que acontecem mundo afora: foram aceitos apenas poemas autorais, com duração de até 3 minutos, sem acompanhamento musical e de figurino.
Depois de muita poesia e batalhas, com ajuda dos jurados (formado por estudantes, professoras e funcionários)  saíram dois ganhadores Fabrício (9°ano) e Giovana (na época no 6° ano).
Abaixo é possível, conhecer um pouco da arte dos nossos slammers ganhadores:





Depois desse campeonato interno, esses dois estudantes nos representaram no Slam Interescolar, que aconteceu em outubro no Centro Cultural São Paulo, localizado próximo ao metrô Vergueiro.


Devido o envolvimento dos estudantes nessa modalidade, apontado no levantamento de interesses no ínicio do ano pela Professora Carolina, de Sala de Leitura, esse ano realizaremos no mês de setembro, o nosso II Slam Tamandarééé!. Preparem a caneta, o papel e dê seu grito poético conosco!

Contribuição: POSL Carolina Cortinove

segunda-feira, 24 de julho de 2017

EMEF "Almirante Tamandaré" promove festa junina para a comunidade

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EMEF Almirante Tamandaré promove festa junina para a comunidade

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem “Rádio Calafrio”, da EMEF Almirante Tamandaré
EMEF_Almirante_Tamandare_promove_festa_junina_comunidade_740_x_430.jpg

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem “Rádio Calafrio”, da EMEF Almirante Tamandaré
A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, localizada no bairro da Vila Maria Alta, abriu as portas à comunidade para mais um grande encontro. A festa junina ocorreu no sábado, dia 24 de junho, das 10h às 17h, e contou com muitas comidas típicas, doces de dar água na boca, brincadeiras que fizeram a alegria da criançada (e de muito marmanjo), bingo com prêmios especiais, mercadinho com preços imbatíveis e, claro, muitas danças com as tradicionais quadrilhas.

Para a professora de Educação Física, Regina Nascimento, responsável pelas danças dos terceiros e quartos anos, "a festa foi maravilhosa, veio muita gente, os alunos dançaram muito bem, estavam bem animados e o pessoal gostou bastante!".

Apesar do trabalho, a festança valeu a pena. "A festa junina já fazia parte da nossa proposta político-pedagógica e foi uma organização bem pautada nos princípios da escola, a divisão do trabalho, as propostas, os objetivos e o que cada um iria fazer. Foi uma organização que estava programada e, ao mesmo tempo, foi super prazerosa, um momento a mais de integração entre escola e comunidade", explicou Simone Silva, coordenadora pedagógica da escola.

O correio elegante e a cadeia do amor divertiram ainda mais o público. A cada instante, um coraçãozinho era entregue ou alguém procurava pelo xerife para libertar o prisioneiro da cadeia. Outro aspecto importante é o destino da renda arrecadada que, segundo a diretora da escola, Vanessa Mesquita Machado, pode ser convertida para o Dia das Crianças, no mês de outubro e uma outra parte para a decoração da festa de formatura dos alunos do nono ano em 2018. Quem decidirá será o Conselho de Escola e a Associação de Pais e Mestres (APM).

Apresentaram-se também os alunos do Projeto de Percussão Alternativa. "Fizemos duas apresentações: uma com a música "Menina Moleca", com o maracatu, e outra com a dança dos cocos com os segundos anos", comentou Daniella Pires, professora responsável pelo Projeto.

A Imprensa Jovem Rádio Calafrio marcou presença com sua equipe realizando a cobertura jornalística com muita música desde o sol raiar! "A gente enfeitou todo o palco durante dois dias com muita alegria, mas não esperávamos que ia lotar tanto", comentou Guilherme Eduardo dos Santos Lima, aluno do quinto ano e responsável pela mesa de som.

A comunidade também fez sua parte. No refeitório e quadra, praticamente lotados, não sobrou um docinho para contar a história. Eram camisas xadrez, chapéus de palha e vestidinhos caipiras para todos os lados. Em um ambiente alegre e acolhedor, as famílias também se reuniram no pátio e, claro, comendo as delícias do "arraiá". "Eu gostei muito das danças e de ver as famílias sentadas conversando", diz Marília de Cássia, assistente de direção.

Mas como tudo na vida, acabou-se o que era doce. Assim como o poema de Carlos Drummond de Andrade que diz: "E agora, José? A festa acabou. A luz apagou. O povo sumiu. A noite esfriou", a festa do Tamandaré também chegou ao final, mas com um gostinho de quero mais.

Clique aqui e veja a galeria de fotos.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEF-Almirante-Tamandare-promove-festa-junina-para-a-comunidade

Site da Rádio Calafrio: http://somarrepiante.wixsite.com/radiocalafrio

Contribuiçao: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes