quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Publicado em: 

EMEF Eneas Carvalho e Tamandaré juntas no English Day

Evento contou com interação entre as duas escolas da zona norte
english_day_imp_jov_740_x_430.jpg

Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Sábado é dia de descansar... “Só que não”! Alunos, professores, gestores e familiares compareceram ao English Day, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Eneas Carvalho de Aguiar, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, no bairro da Vila Sabrina, no dia 15 de setembro, provando que também pode ser bem divertido ir à escola aos sábados. “O inglês é um instrumento muito importante para a vida dos jovens. Os alunos estão muito envolvidos e é fundamental a participação da comunidade. Isso faz o aluno gostar de vir para a escola, ele se sente motivado a participar de todas as atividades e isso reflete no pedagógico, ele acaba indo melhor em todas as matérias”, comentou Miriam Colla, diretora da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Organizado pela professora de Inglês Silvana Gurgel, da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar, com apoio dos alunos, dos professores e da gestão, o evento contou com a participação da banda The Waves, de um DJ profissional, com uma exposição sobre Shakespeare, além de apresentações musicais dos alunos, de Hip Hop e de uma peça de teatro. “O objetivo é mostrar aos alunos que o inglês é fundamental para o futuro, para a profissão que irão escolher. Também é incentivá-los a estudar de outras formas”, explicou a professora Silvana Gurgel. 

A Imprensa Jovem Rádio Calafrio, da Escola de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da DRE Jaçanã/Tremembé, no bairro da Vila Maria, foi convidada a cobrir o evento. “Foi emocionante participar como repórter! Gostei muito de conversar com os alunos e com os professores! E adorei o teatro!”, falou o repórter Eidryan Lopes da Imprensa Jovem.

O evento começou por volta das 10h ao som do DJ Orpheu contagiando a todos e seguiu com as crianças do Ensino Fundamental I cantando em inglês. Os alunos do Ensino Fundamental II deram continuidade com a peça “Deu a louca em Romeu e Julieta”. “Foi uma iniciativa que partiu dos alunos, foram eles que chegaram com a ideia. É uma releitura de um texto clássico, um ‘Romeu e Julieta’ às avessas”, disse a professora Edilva Celina da Sílva, responsável pelos ensaios da peça teatral.

E um evento sobre língua inglesa não poderia deixar de ter uma entrevista em inglês! A professora Maria da Conceição, em um bate-papo bilíngue, contou ao repórter Ricardo Altafini como foi participar desse projeto: “Foi um trabalho gostoso de desenvolver, principalmente com alunos do Fundamental I. O inglês, para eles, é uma novidade e eles descobriram que conseguem fazer tudo isso. Os professores daqui são muito parceiros, é um trabalho de equipe”, contou a professora Maria da Conceição.

Segundo uma pesquisa da British Council realizada em 2015 menos de 5% dos brasileiros conseguem se comunicar em inglês e apenas 1% são considerados fluentes. “Resolvemos criar esse evento pensando em incentivar o estudo da língua inglesa pelos nossos alunos e nos preocupamos também em fazer uma atividade bem dinâmica, pensando numa interação que pudesse motivar a todos”, explicou Sandra Magalhães, coordenadora pedagógica da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Com tanto incentivo fica difícil não querer aprender inglês. Que venham muitos outros English Day e podem contar com a Imprensa Jovem Rádio Calafrio! See you! Bye! 

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEF-Eneas-Carvalho-e-Tamandare-juntas-no-English-Day

Contribuição: Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                      POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Publicado em: 

Poetas do Tietê realizam oficina no Tamandaré

Alunos participam de atividades de poesia
poetas_tiete_740_x_430.jpg

Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio
O mês de setembro continua recheado de atividades poéticas na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé! Após receberem os poetas do Slam da Norte, os alunos participaram no dia 11 de uma oficina de poesia com os Poetas do Tietê.

“O que te provoca?”, que tal começar uma oficina com uma pergunta tão simples, mas ao mesmo tempo tão intrigante? Foi assim que os Poetas do Tietê, grupo formado em 2008, que trabalha com Poesia na Faixa, além de vídeos poemas postados no Youtube, começaram a interagir com os pequenos poetas do sexto ao nono ano.

“Os poetas passavam de mesa em mesa na sala de leitura pra gente contar nossa história, algo que a gente viu na televisão e que nos deixou intrigados. Depois, cada um de nós escreveu uma ou duas palavras sobre esse acontecimento e escolhemos uma para fazer um poema”, comentou Letícia Vieira Cordeiro, do nono ano.

A oficina foi organizada pela professora Carolina Cortinove, da Sala de Leitura, que também está organizando a terceira edição do Campeonato de Poesia Slam da escola. “Acredito que a Educação tem a função de ensinar, mas também tem principalmente a função de levar as pessoas a refletir e a questionar. A poesia leva a pessoa à reflexão, a cada um ter seu próprio julgamento”, disse Paulo D’Áuria, um dos coordenadores do grupo Poetas do Tietê, sobre o papel da poesia na escola. 

Mas, afinal, por que o nome “Poesia na Faixa”? Não fique admirado se no meio do trânsito caótico ao invés de buzinas você ouvir poesias! Isso porque todo mês os Poetas do Tietê declamam e distribuem gratuitamente poesia nas faixas de pedestres pelas ruas da cidade de São Paulo. “A poesia não foi feita para ficar na prateleira, a poesia é pra gente se expressar, discutir e conversar. Achei a turma super dinâmica, todos entraram na proposta, todos se propuseram a escrever e a participar da conversa”, observou a poeta Cissa Lourenço, do coletivo Poetas do Tietê.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Poetas-do-Tiete-realizam-oficina-no-Tamandare 

Contribuição: Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                      POSL: Carolina Cortinove
                      POIE: Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 10 de setembro de 2018


Publicado em: 

Estudantes do Tamandaré visitam mostra no SESC Bom Retiro

Alunos que desenvolvem e participam do TCA dos sétimos e oitavos anos conhecem mostra sobre ilustradores internacionais premiados
alunos_tamandare_sesc_bom_retiro_740_x_430.jpg

Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Como incentivo e valorização aos trabalhos desenvolvidos pelos grupos do Trabalho do Ciclo Autoral (TCA) e dos cartazes produzidos para o campeonato de poesia Slam, que deve ocorrer em setembro, os alunos dos sétimos e oitavos anos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, visitaram nos dias 29 e 31 de agosto a mostra “A ilustração como Porta do Mundo – 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira Infantil e Juvenil de Bolonha” no SESC Bom Retiro.


A exposição faz um panorama muito bem representado por artistas internacionais premiados e outros cinco artistas brasileiros que são destaque na ilustração contemporânea: Odilon Moraes, Marilda Castanha, Daniel Bueno, Fernando Vilela e Mariana Zanetti. São ilustrações de 50 anos da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, considerado o evento mais importante do setor nos segmentos infantil e juvenil, envolvendo vários profissionais como ilustradores, editores, autores e outros profissionais.



As ilustrações são diversas, desde recursos do desenho, pintura até o design gráfico. E se engana quem pensa que a ilustração é apenas um complemento da história, relegado ao segundo plano. Algumas vezes a ilustração é a grande protagonista do livro, tomando mais destaque que o próprio texto. Nesses casos, cabe bem mencionar o filósofo Confúcio que dizia que “uma imagem vale mais que mil palavras”. Por outro lado, há também histórias em que ocorre a simbiose perfeita entre texto e ilustração.



Além de visitarem a mostra, os alunos participaram com arte-educadores de atividades envolvendo jogos, criatividade, percepção e ilustração. “A importância dessa exposição é como o próprio nome dela diz que é a ilustração como porta pro mundo. As imagens, as ilustrações são como portas ou mesmo janelas para o mundo, a gente por meio delas consegue ir pra vários lugares e imaginar várias coisas”, comentou Vinícius Lourenço Barbosa, um dos arte-educadores que realizou dinâmicas com os alunos.



A exposição também é uma chance para os adultos fazerem aquela viagem nostálgica no tempo, relembrando aventuras e histórias fantásticas da literatura infantil e juvenil. Com a curadoria nacional de Dolores Prades e curadoria internacional de Paola Vassali, a mostra segue até 14 de outubro com entrada gratuita.


Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Estudantes-do-Tamandare-visitam-mostra-no-SESC-Bom-Retiro

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes
                         Imprensa Jovem Rádio Calafrio

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Publicado em: 

Poetas do Slam da Norte se apresentam no Tamandaré

Grupo abriu a 3ª edição do Slam da EMEF Tamandaré esbanjando talento e simpatia
slam_norte_tamandare_740_x_430.jpg

Matéria produzida pela Rádio Calafrio (Equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré)
Lugar de mulher é... no palco! Na manhã do dia 22 de agosto, os alunos do sexto ao nono ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, participaram de um bate-papo com as poetas e idealizadoras do Slam da Norte Viic Oliveira, Ingrid Martins e Yara Alves. Agitou também a platéia o poeta Igor Chico.

Formado em 2016, o Slam da Norte é uma batalha de poesia falada que acontece toda terceira sexta-feira do mês, sempre em algum local da Zona Norte de São Paulo, a fim de disseminar o movimento “slamer” nessa região da cidade. O principal objetivo dessa poesia é divulgar e praticar a poesia autoral nas periferias, incentivando a produção literária.

E como a poesia Slam é rima, voz e atitude, é claro que o trio não ficou só na conversa com os alunos! Viic, Ingrid e Yara promoveram uma pequena batalha entre os alunos e declamaram algumas poesias com temas atuais como preconceitos racial, cultural e social, machismo, violência etc. 

O evento foi organizado pela professora Carolina Cortinove, responsável pela terceira edição do campeonato de Slam da escola. “A ideia foi incentivar e inspirar os estudantes a começarem o processo de escrita de seus próprios textos para que no final do mês de setembro seja possível fazer o nosso slam”, explicou a professora Carolina.

Em entrevista ao repórter Ricardo Prates Altafini, da Imprensa Jovem Rádio Calafrio, Ingrid Martins disse que há muito preconceito contra as mulheres. “As mulheres sofrem machismo em qualquer lugar, no Slam talvez seja um pouco menos, mas ainda assim ele acontece”, afirmou Ingrid. 

A poeta ainda deixou uma “lição de casa” para os alunos. “Se você não escreve, passe a escrever, passe a ler, porque a leitura ajuda na escrita, e compartilhe com alguém, sentimentos compartilhados fazem com que a gente fique mais forte”, alertou.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Poetas-do-Slam-da-Norte-se-apresentam-no-Tamandare

Contribuição: POSL Carolina Cortinove
                      Imprensa Jovem Rádio Calafrio
                      POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 25 de junho de 2018



Publicado em: 

Projetos de música da Tamandaré se apresentam no CEU Jaçanã

Alunos dos Projetos de Flauta, Violão e Percussão abriram os trabalhos sobre o Plano Regional de Educação
imp_jov_musica_tamandare_740_x_430.jpg

A manhã do dia 8 de junho ficou mais sonora no auditório do Centro Educacional Unificado (CEU) Jaçanã, localizado na zona norte. Os alunos dos Projetos Mais Educação de Flauta, Violão e Percussão Alternativa da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé (JT), subiram ao palco sob orientação dos professores Regiane Aparecida Silva Alves, Gregory Pina e Daniella Pires e fizeram a abertura dos trabalhos sobre o Plano Regional de Educação. 

Os pequenos músicos apresentaram a música “Peixinhos do Mar”, de Milton Nascimento, “O Sol”, da banda Jota Quest e “Minha canção”, de Chico Buarque. “Foi uma experiência muito positiva e inovadora, pois não havia planejado uma apresentação integrada a outros projetos. Foi enriquecedora essa parceria entre os ciclos. Trabalhar com música contribui nas atividades lúdicas e desperta a concentração, o raciocínio e a criatividade do educando”, comentou a professora Regiane Aparecida Silva Alves, responsável pelo projeto de Flauta.

Após as apresentações, houve a contextualização de como iniciou a elaboração do Plano Municipal de Educação até chegar na etapa regional e, em seguida, iniciaram os trabalhos nas salas a respeito das 12 metas com as propostas que as escolas enviaram. “Esse evento é muito importante porque faz parte de uma etapa de discussão do Plano de Educação para a cidade de São Paulo. Isso significa que os professores, os alunos, as comunidades e os pais podem indicar, sugerir, propor ações. É importante a participação de todos para a construção de um Plano de Educação que venha a atender os direitos das crianças, dos jovens e dos adultos”, explicou Simone Aparecida Machado, Diretora Regional de Educação da DRE JT. 

O Plano Regional de Educação será construído com base no Plano Municipal de Educação, que tem o objetivo de traçar as diretrizes em todo o município de São Paulo. “Este plano não se refere somente às escolas que pertencem à Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé. É um plano que compõe também com as escolas da rede estadual e federal, além de toda sociedade civil”, explicou Raquel da Costa Vieira, Diretora de Divisão Técnica - DICEU.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Projetos-de-musica-do-Tamandare-se-apresentam-no-CEU-Jacana

Contribuição: POIE Maria Madalena I. Sercundes
                      Professores de Projeto: Daniella Pires, Gregory Pina e Regiane Aparecida Silva Alves
                 

sexta-feira, 8 de junho de 2018





Publicado em: 

Matemática e cultura maker no Tamandaré

Estimulados pelo movimento maker, alunos aprendem a construir sólidos geométricos
poliedro_tamandare_740x430princ.jpg
Quem disse que para se ensinar Matemática basta giz e lousa precisa conhecer de perto as atividades desenvolvidas pelo professor Rubens Benvenuto com os alunos do sexto ano sobre sólidos geométricos - objetos tridimensionais definidos no espaço como cubos, prismas, cilindros e esferas.

Ao criar uma possibilidade diferente de aprendizagem, o professor conseguiu engajar os alunos em um assunto que geralmente tende a se restringir ao livro e ao caderno. 

Utilizando conceitos da Ludopedagogia e da cultura maker, ele propôs aos alunos algumas aulas que envolvessem conceitos matemáticos e artísticos para estimular a atenção, a compreensão, o senso estético, a criatividade e o protagonismo.

“O objetivo principal era que os alunos conhecessem os elementos através da montagem e aprendessem colocando a mão na massa, ideia principal da cultura maker. Para a efetivação dessa parte lúdica, os alunos tiveram que colocar em prática não só os conhecimentos das aulas expositivas como também a medição precisa com régua e muita atenção para a produção de cada aresta”, explicou o professor Rubens Benvenuto.

Os trabalhos sobre os prismas são continuidade do trabalho com as pirâmides. Os alunos criaram os primas utilizando palitos de bambu. Eles criaram alguns esqueletos de cubos, paralelepípedos, prisma de base triangular, prisma de base quadrada e prisma de base pentagonal para mostrar a quantidade de vértices, arestas e faces de cada. 

“Iniciamos os sólidos geométricos e fizemos uma apresentação geral, usando o material disponibilizado pela escola. Depois, fizemos a apresentação dos poliedros e dos sólidos não poliedros. Como nosso foco maior são os poliedros, os alunos fizeram os esqueletos das pirâmides e também dos prismas. A montagem dos esqueletos é exatamente para evidenciar a quantidade de vértices que as peças apresentam, a quantidade de arestas e a quantidade de faces. Em cada caso foi feito um estudo, a generalização baseada na regularidade que essas peças apresentam, da relação que existe entre o polígono da base da pirâmide e a quantidade de cada elemento: vértices, faces e arestas”, observou Benvenuto.

A cultura maker permite a desverticalização do currículo e estimula a aprendizagem através da curiosidade, do fazer e refazer, do compartilhamento de descobertas e desafios e, principalmente, faz com que o processo de ensino e aprendizagem seja mais significativo e dinâmico para o aluno.

poliedro_tamandare_740x430meio.jpg


Contribuição: POIE Maria Madalena I. Sercundes
                                   Prof. Rubens Benvenuto

quinta-feira, 3 de maio de 2018


Publicado em: 

Alunos de TCA da EMEF Almirante Tamandaré visitam mostra sobre arte boliviana

Alunos do 9º ano foram ao Sesc Bom Retiro conhecer um pouco mais sobre a cultura boliviana e explorar outros territórios da cidade
tca_travessas_ocultas_740x430.jpg

Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio


Nos dias 18, 19 e 20 de abril, os alunos do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, (Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé), localizada na Vila Maria Alta, foram visitar a mostra de arte contemporânea “Travessias Ocultas – Lastro Bolívia” no Sesc Bom Retiro. Essa visita faz parte das orientações da professora Carolina Cortinove, uma das responsáveis pela orientação do Trabalho Colaborativa de Autoria (TCA) que será apresentado até o final do ano.


Oito artistas brasileiras (Denise Alves-Rodrigues, Fernanda Porto, Isadora Brant, Julia Franco Braga, Laura Berbert, Patrícia Araújo, Jonas Van Holanda e Valentina D'Avenia) e duas curadoras (Beatriz Lemos e Catarina Duncan) percorreram cinco cidades bolivianas entre 2016 e 2017, e também tiveram contato com a comunidade boliviana de São Paulo. Dessa interlocução e pesquisa in loco resultaram os trabalhos que retratam vários olhares sobre essas regiões e povos. “Eu gostei de um vídeo em que havia uma mulher tentando mover uma montanha. Ela conseguia baixar a montanha, conseguia mover do lugar com uma pedra que eles usam bastante por lá”, falou a aluna Raquel Santos. Já para a aluna Letícia Vieira Cardoso o que chamou mais atenção foi uma máquina que sabia a resposta das perguntas: “nós pegamos um papel e questionamos se iria acontecer a 3ª Guerra Mundial, depois colocamos dentro da máquina, giramos uma manivela e saiu um cartão escrito ‘sim’!”. 



Além de desenvolver a pesquisa, as relações interpessoais e o conhecimento científico, o TCA visa estimular a prática de intervenções sociais, seja na escola, no bairro ou na cidade, a fim de promover alguma mudança positiva na realidade. 



“A exposição foi importante para ampliar o conhecimento sobre a Bolívia a partir da perspectiva da arte. Durante a mediação da exposição, os estudantes se confrontaram com suas visões estereotipadas sobre a população boliviana, a valorização da cultura norte-americana em detrimento das culturas latino-americanas e indígenas. Também puderam ampliar seu repertório sobre a cultura e os costumes de outro país e seu repertório sobre arte contemporânea com inúmeras linguagens artísticas como fotografia, colagem, audiovisual, texto poético etc”, explicou a professora da Sala de Leitura Carolina Cortinove.

A mostra segue até o dia 6 de maio

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Alunos-de-TCA-da-EMEF-Almirante-Tamandare-visitam-mostra-sobre-arte-boliviana-1


Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes